A pressão aumentou mais uma vez sobre Monark.
Alexandre de Moraes abriu prazo de 15 dias para a Procuradoria-Geral da República se manifestar sobre o relatório da Polícia Federal no inquérito que investiga o influenciador.
O que motivou essa nova etapa?
O caso ganha peso porque o material analisado inclui conteúdos obtidos junto ao TikTok, por meio da Bytedance Brasil.
E por que isso importa?
Antes disso, a própria investigação já havia sido prorrogada por mais 60 dias, após a PF alegar dificuldades técnicas para examinar todo o conteúdo reunido.
Há ainda um ponto que chama atenção.
Embora as redes de Monark tenham sido reativadas no início de 2025, Moraes manteve a determinação para excluir publicações que embasaram a decisão inicial.
A investigação começou após os atos de 8 de janeiro de 2023, quando perfis do influenciador foram bloqueados sob a justificativa de que teriam instigado e divulgado os atos investigados.
No fim, o movimento de Moraes leva o caso a uma nova fase.
Agora, caberá à PGR dizer se o relatório da PF sustenta ou não novos desdobramentos no inquérito.