A fala provocou reação imediata e agora pode ter desdobramento no Ministério Público Federal.
Luana Piovani foi denunciada ao MPF após declarar, em um videocast do jornal O Globo, que “o evangélico de hoje é o que há de pior no ser humano” e que se tornou “o protótipo de um ser desprezível”.
O caso levanta uma pergunta direta.
Quando a crítica passa a ser intolerância religiosa?
É justamente isso que a representação quer apurar.
Em outro trecho, a atriz afirmou que “a maioria dos evangélicos hoje” seria “uma raça que de amor, de Deus, de Jesus Cristo não tem nada”.
Quem levou o caso adiante?
Uma parlamentar do Rio também apresentou representação formal com argumento semelhante.
O ponto que muda o peso da discussão aparece no tamanho do grupo citado.
Segundo o Censo 2022 do IBGE, o Brasil tem cerca de 50 milhões de evangélicos, quase 30% da população.
Diante disso, o que se pede?
Agora, a decisão sobre os próximos passos está nas mãos do MPF.