Em atos de 1º de Maio em São Paulo, expoentes da esquerda e ex-integrantes do governo Lula transformaram o Dia do Trabalho em palanque eleitoral e ataque direto ao Congresso.
Fernando Haddad, Marina Silva, Simone Tebet, Erika Hilton e aliados usaram a derrubada do veto ao PL da Dosimetria e o caso Banco Master para sugerir um suposto “acordo pela impunidade”, mesmo sem apresentar provas concretas.
Parlamentares passaram a ser rotulados como “inimigos do povo” apenas por terem imposto derrotas ao Planalto, como a rejeição de Jorge Messias ao STF e a derrubada do veto que reduz penas em casos de tentativa de golpe, atingindo também Jair Bolsonaro.
Enquanto acusam o Congresso de proteger corruptos, setores da esquerda resistem à CPI do Master, que poderia esclarecer o escândalo.
O discurso repetiu o roteiro: vitimismo, demonização do Legislativo e apelo para reeleger Lula e ampliar sua base, tratando qualquer freio ao governo e ao STF como ameaça à democracia.
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