Duas pesquisas divulgadas nesta semana, BTG Pactual/Nexus e AtlasIntel/Bloomberg, mostram um cenário incômodo para o Planalto: Lula, mesmo no exercício da Presidência e com toda a máquina federal, aparece tecnicamente empatado com o senador Flávio Bolsonaro em um eventual segundo turno.
No BTG/Nexus, Lula tem 46% contra 45% de Flávio, diferença dentro da margem de erro.
Já na AtlasIntel, o quadro é ainda mais simbólico: Flávio surge numericamente à frente, com 47,8% contra 47,5% de Lula, também em empate técnico.
Ou seja, depois de toda a narrativa construída contra a direita, o eleitor não entrega a Lula a vantagem confortável que a esquerda vende no discurso.
O presidente só abre folga maior quando enfrenta nomes menos conhecidos, como Renan Santos; contra figuras como Romeu Zema e Ronaldo Caiado, a diferença também é pequena.
O recado é claro: o desgaste está no PT, não na direita, e o bolsonarismo segue vivo o suficiente para ameaçar diretamente o poder da esquerda.
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