O presidente do PT, Edinho Silva, reconheceu que o partido errou ao não assinar o pedido de CPI do Banco Master apresentado pela oposição.
Depois da pressão, o PT correu para apoiar um requerimento próprio, tentando manter o controle político da investigação.
Ao mesmo tempo em que admite a falha, Edinho tenta deslocar o foco, responsabilizando o Banco Central da gestão Bolsonaro e defendendo que Lula teria mandado a PF agir.
O dirigente ainda ataca o Congresso por rejeitar Jorge Messias para o STF e por reduzir penas de 8 de Janeiro, enquanto afirma que o sistema político “ruiu”, mas não assume o papel da esquerda nesse desgaste.
No fim, o PT transforma um erro estratégico em discurso de vítima e já usa o caso como combustível para a campanha de 2026. Leia a análise completa na descrição.