Às vésperas da eleição, Lula chega ao terceiro 1º de Maio seguido marcado por frustração e fuga de exposição pública.
Em 2024, encarou um ato esvaziado em São Paulo e reclamou da baixa mobilização.
Em 2025, logo após o escândalo do INSS, evitou qualquer grande evento para não ampliar o desgaste.
Neste ano, com derrotas no Congresso, estagnação nas pesquisas e medo de ser acusado de campanha antecipada, decidiu novamente não aparecer em atos oficiais do Dia do Trabalhador.
O ex-sindicalista que lotava praças se limitou a um pronunciamento na TV, cheio de promessas e programas, mas longe do contato direto com o trabalhador.
A cena reforça a dificuldade da esquerda em mobilizar ruas no pós-pandemia e expõe o contraste entre o Lula símbolo do passado e o presidente acuado de hoje.