Trump declarou, em evento na Flórida, que os EUA poderiam assumir o controle de Cuba depois de encerrar o conflito com o Irã, citando até o envio do porta-aviões USS Abraham Lincoln para perto da ilha.
A imprensa americana tratou como piada, mas no mesmo dia ele assinou uma ordem executiva ampliando sanções contra o regime cubano, mirando pessoas e entidades ligadas ao aparato de segurança e a violações de direitos humanos.
As sanções também atingem terceiros que negociarem com esses alvos.
Cuba, mergulhada em apagões, falta de combustível e economia travada, segue culpando os EUA, enquanto se recusa a abrir a economia estatal, indenizar propriedades expropriadas e realizar eleições realmente livres.
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