As derrotas seguidas do governo Lula no Congresso escancaram um cenário bem diferente daquele “governo forte” vendido pela esquerda.
Primeiro, o Senado rejeitou de forma histórica o nome de Jorge Messias para o STF, um recado direto contra a tentativa de aparelhar ainda mais a Corte.
Em seguida, o Congresso derrubou o veto de Lula à lei que reduz penas dos condenados pelo 8 de janeiro, mostrando que nem todo mundo está disposto a seguir a narrativa oficial sobre “golpistas”.
Ao mesmo tempo, pesquisas de segundo turno já apontam um cenário de empate técnico entre Lula e Flávio, com leve vantagem para o adversário em vários institutos.
Até plataformas de previsão e apostas, antes de serem proibidas, indicavam queda nas chances de reeleição do petista.
O recado é claro: o desgaste do governo e das pautas de esquerda começa a cobrar seu preço político.