O PT está montando um verdadeiro exército digital para 2026: 37 influenciadores devem disputar vagas para deputado federal e estadual, muitos com centenas de milhares de seguidores e histórico de contratos com o próprio governo.
Em 2025, a gestão petista já havia pago R$ 1,1 milhão a 77 influenciadores para divulgar programas oficiais, com cachês que chegaram a R$ 310 mil por vídeo.
Agora, além de suporte jurídico e técnico, o partido firmou parcerias com gigantes como Google e TikTok para treinar essa militância digital e produzir conteúdo alinhado às regras eleitorais.
Enquanto isso, a ala tradicional do PT, focada em militância de rua, resiste, mas a cúpula enxergou nas redes a chance de ampliar poder no Congresso.
A mensagem é clara: diante da força orgânica da direita na internet livre, a esquerda aposta pesado em marketing profissionalizado e financiado pelo contribuinte.