Durante a assinatura da MP do Novo Desenrola Brasil, Lula afirmou que é “muito bom que o povo tenha capacidade de se endividar”, tratando o endividamento como parte natural da economia e do consumo.
Ele relembrou 2008, quando incentivou o brasileiro a não ter medo de fazer dívidas, desde que com “responsabilidade”.
O discurso tenta vender crédito como solução, mas ignora que milhões hoje se endividam não para crescer, e sim para sobreviver: pagar mercado, luz, aluguel.
Enquanto o governo segue gastando alto e falando em “sonho” e “consumo”, a realidade é de famílias sufocadas por juros, impostos e falta de previsibilidade.
O conservador enxerga o oposto: dívida não é conquista, é prisão.
Liberdade verdadeira começa quando o cidadão não depende de crédito para chegar ao fim do mês.