Depois de dois anos defendendo a taxa de 20% sobre compras internacionais de até US$ 50, o governo Lula agora corre para derrubar o próprio imposto das “blusinhas”.
A mudança não veio por consciência, mas por pânico eleitoral: pesquisas internas mostram a cobrança entre as medidas mais odiadas do governo e apontam Flávio Bolsonaro à frente em cenários de 2º turno.
A mesma gestão que dizia proteger o varejo nacional, mesmo com risco de demissões e queda no consumo, agora tenta se vender como amiga do povo ao zerar a taxa via medida provisória.
O recuo expõe a velha fórmula da esquerda no poder: cria imposto, aperta o bolso do trabalhador, sente o baque nas pesquisas e depois posa de salvadora ao desfazer o estrago em ano eleitoral.