O Tribunal Superior Eleitoral lançou a mascote oficial das eleições de 2026, batizada de “Pilili”, inspirada no som da urna eletrônica.
Segundo o TSE, o personagem não tem gênero definido, seria “defensor da democracia” e símbolo de neutralidade.
A mascote será usada em campanhas, vídeos e materiais educativos.
Enquanto isso, cresce a sensação de que o tribunal investe pesado em marketing e narrativa, mas evita encarar de frente o debate que realmente importa para o eleitor: transparência total, possibilidade de auditoria independente e segurança verificável do sistema de votação.
Para muitos, falta menos propaganda e mais abertura ao escrutínio público.