Líderes do Congresso, como Hugo Motta e Ciro Nogueira, viajaram em abril de 2025 para São Martinho, no Caribe, em jatinho de um empresário do setor de apostas que era alvo da CPI das Bets.
A ilha é paraíso fiscal e conhecida pelos cassinos.
A PF investiga possível falta de fiscalização de cinco malas no retorno ao Brasil, que teriam desembarcado sem passar no raio-X da Receita.
O caso foi enviado ao STF, sob relatoria de Alexandre de Moraes, para apurar crimes como contrabando ou prevaricação.
Apesar das suspeitas, o relatório final da CPI, que pedia o indiciamento de 16 pessoas, incluindo o dono da aeronave, foi rejeitado, encerrando os trabalhos sem punições efetivas e aumentando a desconfiança sobre a influência do setor de apostas nas decisões políticas.