As últimas semanas em Brasília escancararam um cenário que o PT tenta negar: o governo Lula perdeu força política.
A rejeição inédita de Jorge Messias ao STF e a derrubada do veto à Lei da Dosimetria para presos do 8 de janeiro mostraram um Congresso que já não teme o Planalto.
Davi Alcolumbre assumiu o papel de freio do Executivo, enquanto a antiga parceria com o STF se desgasta em meio ao escândalo do Banco Master.
Ao mesmo tempo, a candidatura de Flávio Bolsonaro se consolida e parte da base governista começa a olhar para 2026 com outros olhos.
Fora da bolha, o brasileiro lida com inflação percebida, endividamento, violência e casos de má gestão, o que corrói ainda mais o apoio ao governo.
Lula ainda tem a máquina pública e um núcleo fiel de eleitores, mas o clima de fim de governo já domina os bastidores.