Em nova entrevista, Gilmar Mendes voltou a defender o STF e tratou a possibilidade de impeachment de ministros como algo que não o preocupa.
Ele lembrou que o próprio Supremo fixou a exigência de dois terços do Senado para aprovar um processo desse tipo, seguindo o modelo aplicado ao presidente da República.
Na mesma decisão, o ministro havia tentado incluir a PGR como filtro para pedidos de impeachment, ponto do qual recuou após reação do Congresso, mantendo apenas o aumento do quórum.
Gilmar classificou campanhas contra o STF como “perda de tempo” eleitoral, disse não acreditar que isso renda votos e minimizou pesquisas que apontam desgaste da Corte.
Ele também reclamou da cobertura do caso Banco Master, afirmando que houve “pancadaria” organizada contra o tribunal e que o episódio foi transformado, pela imprensa, em um problema do Supremo.