Em evento em Brasília, Lula mirou na Enel, a “empresa da Itália que presta serviço ao Brasil”, afirmando que ela não cumpriu nada do que prometeu a ele e à primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni.
O governo decidiu não renovar a concessão da companhia, que já enfrenta processos na Aneel por falhas em São Paulo, Rio e Ceará.
Ao mesmo tempo, Lula antecipou a renovação de 14 outras distribuidoras, exigindo R$ 130 bilhões em investimentos até 2030 e prometendo fiscalização mais rígida.
Enquanto o presidente tenta posar de guardião do consumidor, o brasileiro continua no aperto: tarifa alta, serviço ruim e um histórico de promessas políticas que também nunca saíram do papel.