Os dados enviados ao TSE escancaram duas realidades opostas.
De um lado, o PL, partido de Bolsonaro, enxuga estrutura, usa brechas legais e consegue guardar R$ 134 milhões do fundo partidário, o suficiente para bancar sozinho uma campanha presidencial e ainda reforçar outros candidatos.
De outro, o PT de Lula fecha 2025 no vermelho, gasta mais do que arrecada, não faz reserva e entra na eleição dependendo de doações e da gorda fatia do fundo eleitoral.
Enquanto a esquerda vive de discurso sobre “responsabilidade social” e “gestão”, quem mostra planejamento financeiro e estratégia eleitoral é justamente o campo que ela tenta desqualificar todos os dias.