Lula voltou a usar o peso do Brasil para socorrer o regime aliado da Venezuela.
Em telefonema com Delcy Rodríguez, ele reafirmou que o país vai continuar ajudando na reconstrução após os terremotos, com nova fase de apoio humanitário.
A tragédia é real e merece atenção, mas a contradição salta aos olhos: o governo corre para apoiar um projeto bolivariano falido, enquanto brasileiros enfrentam hospitais lotados, escolas caindo aos pedaços, enchentes recorrentes e insegurança diária.
Para governo amigo, ação rápida e discurso emocionado; para o próprio povo, burocracia, abandono e mais impostos.
A pergunta que fica é simples: Lula é presidente do Brasil ou padrinho da Venezuela?