Valdemar Costa Neto, presidente do PL, afirmou que nunca teve “cota” de emendas e que apenas sugere destinações a partir de pedidos de prefeitos e da base do partido.
Segundo ele, a decisão final é sempre dos parlamentares, prática que diz ser comum a todos os presidentes de sigla.
Mesmo assim, o ministro do STF Flávio Dino mandou suspender emendas ligadas ao seu nome, apesar de a PGR ter se posicionado contra o bloqueio.
Valdemar diz que os valores travados se referem ao total das emendas investigadas, não ao seu patrimônio, e afirma que a maior parte é para saúde e prefeituras.
Ele vê motivação política na operação, citando a queda de popularidade de Lula e pesquisas que mostram crescimento de nomes da direita, como Flávio Bolsonaro.
Também criticou a imprensa por divulgar o caso sem ouvi-lo previamente.