Eduardo Cunha virou símbolo de como a política brasileira recicla seus próprios escândalos.
Ele já foi denunciado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, condenado na Lava Jato, preso, cassado por mentir sobre contas no exterior e alvo de investigações que envolveram até bloqueio de ativos na Suíça.
Em 2026, o ministro Flávio Dino, do STF, determinou o bloqueio de até R$ 6 milhões em bens de Cunha por suspeitas de irregularidades em emendas parlamentares.
Mesmo com essa longa ficha, ele anuncia que pretende disputar novamente uma vaga de deputado federal, agora por Minas Gerais, mostrando como o sistema continua permitindo o retorno de velhos personagens mesmo após sucessivas denúncias e condenações.