O levantamento da Agência Bites mostra que Jair Bolsonaro perdeu 694 mil seguidores no 1º semestre de 2026, queda de 1,3%.
Não foi rejeição espontânea: suas redes ficaram totalmente inativas por ordem do STF, que o proibiu de usar celular, acessar plataformas ou falar até por terceiros.
Mesmo com o líder censurado e em prisão domiciliar, o bolsonarismo não encolheu.
Pelo contrário: Flávio Bolsonaro cresceu 46,7%, ganhando 5,6 milhões de seguidores após se lançar pré-candidato ao Planalto.
Carlos, Jair Renan, Michelle e Eduardo também avançaram.
Os números expõem a contradição: o sistema tenta sufocar Bolsonaro, mas acaba impulsionando ainda mais sua base e seus herdeiros políticos.