Uma promotora do Ministério Público do Rio de Janeiro virou alvo de denúncia após mandar interromper a leitura do poema “Abraço de Deus” em um fórum de conselheiros tutelares em Duque de Caxias.
Ela afirmou que manifestação de fé em evento público seria inconstitucional, tratou oração como algo proibido pela lei e deixou o local ao ser questionada.
A associação organizadora reagiu, acusando abuso de autoridade e desrespeito à liberdade religiosa.
Juristas lembram que Estado laico não é Estado antirreligião e que a conduta da promotora pode, ela sim, ferir a Constituição.
Enquanto o MP se cala ou minimiza o caso, cresce a sensação de que a fé cristã virou alvo preferencial da máquina pública.