Lula aproveitou uma reunião no Planalto sobre minerais críticos para fazer discurso de potência mundial.
Disse que, se Trump está preocupado com a China, agora terá que se preocupar também com o Brasil, prometendo que o país vai competir em tecnologia e valor agregado nas terras raras.
Na prática, porém, o próprio governo admite que o Brasil tem só um projeto comercial em operação e o resto está travado em pesquisa, licenciamento e busca de financiamento.
Enquanto fala em exportar inteligência e conhecimento, Lula cria mais conselho ligado à Presidência, aumenta a interferência do Estado e mantém o ambiente de insegurança jurídica que afasta exatamente quem poderia transformar essas reservas em riqueza, emprego e tecnologia reais.