Neymar tinha acabado de decretar o fim da linha na Seleção após a eliminação na Copa de 2026: “Tentei, tentei.
Agora acabou”.
Bastaram alguns dias e um vídeo de inteligência artificial, em que ele conversa com o próprio “eu” criança e jovem, para reacender o papo de Copa de 2030. O menino pergunta se o Brasil ganhou um Mundial, o silêncio responde.
Depois, vem a pergunta que dói em todo torcedor: ainda vale tentar?
O vídeo viraliza, emociona o jogador e o pai entra em cena pedindo publicamente que ele volte atrás.
Enquanto isso, quem nunca precisa explicar fracasso é a velha cúpula da CBF, sempre blindada, sempre a mesma, em cada nova decepção mundial.