Os Estados Unidos anunciaram uma nova pancada em cima de produtos brasileiros: uma tarifa extra de 12,5% em mercadorias que já pagavam 25%.
Na prática, alguns itens podem chegar a incríveis 37,5% de taxação.
E o que mais revoltou muita gente não foi só o golpe na economia, mas a reação do governo Lula.
Foi nesse cenário que Flávio Bolsonaro, senador e pré-candidato à Presidência, explodiu em uma live e resumiu o sentimento de muita gente: segundo ele, Lula está simplesmente se lixando para as empresas e produtos brasileiros.
Em vez de brigar de verdade pelos exportadores, o presidente estaria mais preocupado em manter poder, narrativa e palanque ideológico.
Muita gente se pergunta: "Por que Lula não defende exportadores brasileiros?
" A resposta de Flávio é direta: porque o foco do governo não é proteger quem produz, mas manter o discurso político contra quem eles chamam de “imperialismo”, mesmo que isso custe caro ao Brasil real.
Quando a esquerda precisa escolher entre ideologia e emprego, a ideologia vem primeiro.
Outra dúvida que explode nas redes: "Tarifa é culpa de Bolsonaro ou Lula?
Mas Flávio rebate sem rodeios: Lula passou o mandato inteiro atacando o governo americano, ofendendo mais de 60 vezes a administração de Donald Trump, e agora finge surpresa com o troco.
Para o senador, quem cavou esse pênalti foi o próprio Lula.
A pergunta que não quer calar é: "Lula cavou essa tarifa contra o Brasil?
" Flávio diz que sim.
Ao transformar a política externa em palanque ideológico, Lula teria criado um clima de desgaste com os EUA.
Em vez de construir pontes para proteger o agronegócio, a indústria e os exportadores, preferiu discursos inflamados e ataques constantes.
Agora, quando a conta chega, o governo corre para posar de vítima.
Muitos brasileiros querem entender: "Cadê a tal defesa da soberania agora?
" O governo tenta vender a narrativa de que as tarifas são um ataque à soberania nacional.
Mas, na prática, soberania não é discurso em palanque, é capacidade de negociar bem, proteger o produtor brasileiro e evitar que o país vire saco de pancada.
Quando Lula briga com quem compra do Brasil e ainda posa de herói, quem paga é o trabalhador.
Outra questão que incomoda é: "Por que a esquerda só reage quando dói politicamente?
Em vez de admitir erros na relação com os EUA, prefere culpar Bolsonaro, falar em golpe, em perseguição e em complô internacional.
É sempre o mesmo roteiro: nunca há responsabilidade, só narrativa.
O brasileiro comum também pergunta: "Quem está realmente do lado das empresas brasileiras?
" Enquanto Lula posa de defensor da soberania, Flávio Bolsonaro fala o que muita gente sente: o governo virou as costas para quem gera emprego, paga imposto e sustenta o país.
Se o presidente está mais preocupado em agradar aliados ideológicos do que em proteger o produtor nacional, fica claro de que lado ele escolheu ficar.
Outra dúvida que surge é: "Por que Lula insiste em atacar os EUA?
" Não se trata de gostar ou não dos americanos, mas de entender que o Brasil precisa vender para o mundo.
Quando o presidente transforma a diplomacia em guerra ideológica, o resultado aparece em tarifas, barreiras e prejuízo.
O discurso bonito em palanque não paga conta de exportador, não salva empresa e não protege emprego.
Muita gente também questiona: "A narrativa de Lula ainda convence alguém?
" Quando o governo diz que tudo é culpa de Bolsonaro, mas os fatos mostram anos de ataques ao governo americano, a narrativa começa a desmoronar.
Fica difícil acreditar em defesa da soberania quando o próprio presidente passou o mandato inteiro criando atrito com quem compra do Brasil.
Por fim, a pergunta que fica é: "Quem vai pagar essa conta salgada?
" Não será o governo, não será o partido, não será a militância.
Quem paga é o produtor que perde mercado, a empresa que vê o custo explodir, o trabalhador que pode perder o emprego.
Enquanto isso, Lula segue no discurso, e Flávio Bolsonaro joga tudo no ventilador, expondo a contradição de um governo que fala em Brasil, mas se comporta como se o país fosse apenas um detalhe no jogo de poder da esquerda.
E você, vai aceitar mais essa conta calado ou vai começar a questionar quem realmente está defendendo o Brasil lá fora?