Lula acaba de bater um recorde que ninguém pediu: o maior gasto com propaganda institucional da Presidência desde 2009. Só no primeiro semestre de 2026, o governo despejou R$ 255,3 milhões em publicidade.
E sabe o que isso significa?
Mais que o triplo do que Jair Bolsonaro gastou no mesmo período de 2022, em plena campanha de reeleição.
Enquanto o brasileiro escolhe qual conta vai atrasar, o Planalto escolhe qual peça publicitária vai ao ar.
E ainda tenta vender isso como “informar a população”.
Até quando isso?
Propaganda fora controle
Os números são claros: R$ 255,3 milhões entre janeiro e junho de 2026. Em 2022, Bolsonaro gastou R$ 79,9 milhões no mesmo período.
Diferença de 219%.
Quem dizia que a direita abusava da máquina agora finge que não está vendo.
Além disso, a Secom já reservou mais R$ 584,7 milhões do Orçamento de 2026 para campanhas institucionais.
Ou seja: o que já parece absurdo ainda pode crescer muito até o fim do ano.
Isso é prioridade de governo?
Recorde vergonhoso exposto
Em três anos e meio, o governo Lula já torrou R$ 1,1 bilhão em publicidade institucional da Presidência.
Esse valor passa com folga os R$ 634,2 milhões de todo o governo Bolsonaro.
Supera também Michel Temer (R$ 576,6 milhões) e até os dois mandatos de Dilma Rousseff (R$ 829,7 milhões).
A esquerda que vivia acusando os outros de “usar a máquina” agora lidera o ranking histórico de gastos com propaganda.
Onde foi parar o discurso de austeridade?
Ano eleitoral turbinado
O detalhe que não dá para ignorar: tudo isso acontece em ano eleitoral.
O governo diz que é só para “divulgar políticas públicas e serviços”.
Mas por que esse salto gigantesco justamente agora?
Veja as perguntas que o brasileiro conservador se faz ao olhar esses dados:
1. "Por que Lula gasta tanto?
" Porque o governo decidiu priorizar propaganda institucional, inflando a Secom em ano eleitoral e usando dinheiro público para reforçar sua narrativa e sua imagem.
2. "Bolsonaro gastou bem menos?
" Sim.
No mesmo período comparado, Bolsonaro gastou R$ 79,9 milhões em 2022, contra R$ 255,3 milhões de Lula em 2026, uma diferença de 219% a mais no governo petista.
3. "Esse dinheiro não faz falta?
" Faz, e muita.
Cada real jogado em propaganda poderia ir para saúde, segurança, educação ou redução de impostos, mas está sendo usado para marketing oficial.
4. "É coincidência ser ano eleitoral?
" Os números mostram que não parece coincidência: o salto de gastos ocorre justamente em 2026, ano de disputa, o que levanta suspeita de uso político da máquina.
5. "Lula não criticava isso antes?
" Sim.
A esquerda sempre acusou governos de direita de abusar da comunicação oficial, mas agora faz pior, quebrando recordes históricos de gastos.
6. "Por que a mídia não cobra igual?
" Porque grande parte da imprensa vive de verba publicitária oficial e trata com muito mais dureza governos de direita do que gestões petistas.
7. "Esse valor pode aumentar mais?
" Pode.
Além dos R$ 255,3 milhões já pagos, há R$ 584,7 milhões reservados no Orçamento de 2026 para campanhas, o que pode inflar ainda mais a conta.
8. "É só propaganda da Presidência?
" Sim.
Os dados consideram apenas publicidade institucional da Presidência.
Não entram campanhas de outros ministérios, como Saúde e Educação.
9. "O governo admite esse aumento?
" Admite, mas tenta justificar dizendo que é para informar a população e que parte do valor seria para quitar contratos antigos de até cinco anos.
10. "Isso é uso da máquina pública?
" É um uso pesado da máquina de comunicação oficial em ano eleitoral, ainda que dentro da lei, e levanta forte questionamento ético e político.
Narrativa paga caro
A Secom tentou se explicar: disse que o objetivo é garantir que a população conheça políticas públicas e que só 17,3% do valor pago em 2026 seria de contratos deste ano, o resto seria de anos anteriores.
Mas se é assim, por que o recorde justo agora?
Por que o salto de 57% em relação ao mesmo período de 2025?
Tem algo errado aqui?
A resposta é simples: mesmo com a desculpa dos contratos antigos, o governo escolheu manter – e ampliar – a máquina de propaganda ligada no máximo.
Se quisesse economizar, renegociava, cortava, priorizava outras áreas.
Não fez.
Comparação que humilha
Quando se coloca Lula lado a lado com Bolsonaro, Temer e Dilma, a conversa muda.
O petista já gastou mais que todos eles em menos tempo.
E isso desmonta a narrativa de que “a direita é que usa a máquina” e “a esquerda é responsável com o dinheiro público”.
O que isso revela?
Revela um governo obcecado em controlar a narrativa, em aparecer bem na TV, na internet, nas rádios, enquanto o país enfrenta problemas reais.
É a velha fórmula da esquerda: se a realidade não ajuda, aumenta a propaganda.
Brasil paga conta
No fim, quem banca essa conta é você.
Não é dinheiro de partido, não é verba de campanha, é dinheiro do contribuinte.
O mesmo contribuinte que escuta discurso de “Estado social”, “cuidado com os pobres” e “defesa da democracia”, mas vê bilhões indo para publicidade.
Até quando o Brasil vai aceitar que a máquina pública seja usada para autopromoção em vez de serviço real?
Até quando a esquerda vai falar em “responsabilidade” enquanto estoura recordes de gastos em propaganda?
O jogo está claro: menos gestão, mais marketing.
E quem não enxergar isso agora, vai continuar pagando caro depois.