Lula aproveitou agenda oficial no Rio de Janeiro para transformar o Estado em palanque ideológico contra Donald Trump, contra o conservadorismo e, de quebra, contra Bolsonaro e sua família.
Em vez de falar de gestão, segurança ou economia, o presidente preferiu atacar homeschooling, criticar escolas cívico-militares e usar o SUS como arma retórica para cutucar a Casa Branca.
Por que Lula atacou Trump agora?
Porque pesquisas mostram empate técnico com Flávio Bolsonaro no Rio, e o PT sabe que precisa incendiar a militância atacando tudo que é conservador.
Por que mexer com homeschooling de novo?
Porque a esquerda teme perder o controle ideológico sobre as crianças e não aceita que família tenha mais poder que Estado na educação.
Por que demonizar escolas cívico-militares?
Porque esse modelo, ligado a disciplina, mérito e ordem, costuma dar certo e expõe o fracasso da educação aparelhada pela esquerda.
No evento da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, em Niterói, Lula partiu para cima de pautas que a base conservadora defende há anos.
Atacou o ensino em casa, criticou o modelo cívico-militar e tentou colar a imagem de atraso e ignorância em quem discorda do projeto ideológico petista.
Lula está com medo do avanço conservador?
Sim, o crescimento de Flávio Bolsonaro no eleitorado fluminense pressiona o PT e obriga Lula a radicalizar o discurso.
Lula usou o SUS como palanque político?
Usou.
Ele citou o próprio tratamento de câncer de pele para vender a narrativa de que o Brasil é exemplo para Trump, como se o sistema não estivesse lotado, sucateado e com filas gigantes.
No Hospital do Andaraí, com o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom, ao lado, Lula pediu que ele "apresente" o SUS a Trump.
Em plena crise diplomática com os EUA, o presidente prefere provocar a maior potência do mundo em vez de construir pontes comerciais e diplomáticas que poderiam gerar emprego e investimento para o brasileiro comum.
Provocar Trump ajuda o Brasil em quê?
Em nada.
Serve apenas para agradar a militância ideológica e alimentar a velha narrativa antiamericana da esquerda.
Por que Lula ignora as tarifas americanas?
Porque é mais fácil fazer discurso contra Trump do que encarar o prejuízo real que novas tarifas trazem para o produtor e para a economia brasileira.
Enquanto Lula posa de defensor dos pobres usando o SUS como vitrine, o governo americano de Trump classificou facções brasileiras como PCC e Comando Vermelho como grupos terroristas.
Ou seja: lá fora, o foco é combater o crime organizado; aqui, o presidente prefere atacar escolas cívico-militares e homeschooling.
Quem realmente enfrenta o crime organizado?
Hoje, os EUA tratam as facções como terrorismo, enquanto o governo petista segue mais preocupado em desarmar cidadão de bem do que sufocar o poder do crime.
Lula ainda voltou a bater em Bolsonaro, acusando a família do ex-presidente de controlar estacionamentos de hospitais federais no passado.
Mais uma vez, discurso pronto, sem autocrítica, como se o PT não tivesse um histórico gigantesco de escândalos, aparelhamento e corrupção na máquina pública.
Por que sempre culpam Bolsonaro por tudo?
Porque é a tática perfeita para desviar o foco de problemas atuais do governo e manter a militância em estado permanente de ódio.
Por que a esquerda odeia pautas conservadoras?
A cena é simbólica: Lula, ao lado da OMS, usando estrutura oficial, dinheiro público e agenda de saúde para atacar Trump, a direita e qualquer proposta que dê mais autonomia à família e menos poder ao governo.
Tudo isso enquanto o Brasil enfrenta crise na saúde, insegurança nas ruas e economia patinando.
Até quando o Brasil vai aceitar isso?
Enquanto parte da população não enxergar que o discurso bonito esconde um projeto de poder que despreza a liberdade, a família e o conservadorismo, esse ciclo de ataques seletivos vai continuar.
O recado está dado: Lula escolheu a guerra ideológica aberta.
Ataca Trump, demoniza conservadores, tenta ridicularizar quem defende disciplina nas escolas e autonomia das famílias.
E faz isso justamente quando sente o avanço da direita no Rio de Janeiro.
Quem paga o preço dessa briga?