Aconteceu agora: a nova pesquisa Quaest em São Paulo jogou um balde de água fria na narrativa de que Lula está confortável para 2026. No maior colégio eleitoral do país, com mais de 34 milhões de eleitores, quem aparece como favorito é Flávio Bolsonaro, do PL.
No primeiro turno, há empate técnico no limite da margem de erro entre Lula e Flávio.
Mas no segundo turno, a vantagem de Flávio Bolsonaro já fica acima da margem.
Ou seja: se a eleição fosse hoje, o filho de Bolsonaro poderia derrotar Lula em SP.
Por que isso assusta tanto o PT agora?
Porque São Paulo sempre foi tratado pela esquerda como terreno a ser “reconquistado”, como se o eleitor estivesse apenas “desinformado” e pronto para voltar ao projeto petista.
A pesquisa mostra o contrário: mesmo com toda a máquina federal, Lula não consegue abrir frente no estado.
E quando o confronto é direto, Flávio cresce.
BRASIL EM ALERTA
Como Lula perde força assim?
Porque o discurso de “defesa da democracia” não enche geladeira, não paga conta e não resolve a vida real do paulista.
O eleitor de São Paulo está sentindo no bolso a inflação, os juros altos, a insegurança e a falta de perspectiva.
E quando olha para Brasília, vê um governo mais preocupado em blindar aliados, atacar opositores e agradar o STF do que em mudar o dia a dia da população.
Por que São Paulo importa tanto agora?
Porque é o maior colégio eleitoral do Brasil.
Quem vai mal em SP entra na eleição nacional mancando.
Se Lula não consegue ser claramente favorito no estado, mesmo com toda a exposição, toda a mídia amiga e toda a máquina, é sinal de que o desgaste é real.
Lula ainda controla São Paulo?
Não.
A pesquisa mostra que o controle político que o PT sonhava retomar está longe de acontecer.
O antipetismo continua forte, e a figura de Bolsonaro – agora representada por Flávio – ainda fala alto com o eleitor conservador, liberal e com quem está cansado da velha política de sempre.
NARRATIVA EM QUEDA
Afinal, o que a Quaest revelou agora?
Revelou que, num cenário de segundo turno, Flávio Bolsonaro abre vantagem sobre Lula em São Paulo, acima da margem de erro.
Isso desmonta a ideia de que o “bolsonarismo” estaria morto e enterrado.
Pelo contrário: mesmo com perseguição política, criminalização da direita e tentativa de apagar Bolsonaro da vida pública, o eleitor mostra que não esqueceu.
A esquerda não dizia que Bolsonaro acabou?
Dizia.
Passou dois anos repetindo que a “ameaça bolsonarista” tinha sido derrotada.
Mas a própria CartaCapital admite: a tal ameaça apenas recuou.
E a pesquisa em SP prova isso.
O que a esquerda chama de “ameaça” é, na prática, uma enorme parcela da população que não aguenta mais o projeto de poder do PT.
Por que o PT está tão preocupado?
Porque, se perder São Paulo de novo, Lula enfraquece nacionalmente e abre espaço para uma virada histórica em 2026. O estado pode ser o ponto de inflexão que enterra de vez o sonho de hegemonia petista.
SITUAÇÃO FICA GRAVE
O que isso diz sobre o governo Lula?
Diz que o desgaste chegou rápido.
Em vez de entregar crescimento, emprego e segurança, o governo se agarrou em narrativas ideológicas, brigas com o Banco Central, aproximação com ditaduras amigas e ataques velados à direita.
Enquanto isso, o povo de São Paulo olha para o próprio bolso e vê a conta chegando.
Por que a mídia progressista está em pânico?
Porque, mesmo com anos de demonização da direita, o eleitor continua escolhendo nomes ligados a Bolsonaro.
A própria matéria da CartaCapital apela para o medo: fala em “ameaça bolsonarista”, “extrema-direita”, “instabilidade global”.
Tudo para tentar empurrar o eleitor de volta para o colo do PT.
O eleitor paulista ainda acredita no PT?
Cada vez menos.
A pesquisa mostra que, quando a disputa é direta, Lula não consegue esmagar o adversário.
Pelo contrário: Flávio Bolsonaro cresce e vira opção concreta.
Isso revela um cansaço profundo com a velha conversa de “salvar a democracia” enquanto a vida real piora.
ESQUERDA EM DESCONFORTO
Por que o resultado em SP é tão simbólico?
Porque São Paulo é o coração econômico do país, concentra empresas, empregos, produção e uma classe média que sente primeiro os efeitos de qualquer crise.
Se esse eleitorado está se inclinando para Flávio Bolsonaro, é porque a paciência com o PT está no limite.
O que a direita pode enxergar nisso?
Uma oportunidade histórica.
Mesmo com toda a máquina contra, com perseguição judicial e narrativa diária na imprensa, a direita segue viva e competitiva no maior estado do Brasil.
Isso mostra que o discurso conservador, de ordem, liberdade econômica e respeito ao cidadão comum, ainda tem enorme força.
VIRADA À VISTA
Lula consegue reverter esse cenário?
Pode até tentar, usando a máquina, promessas e mais propaganda.
Mas a pesquisa indica que o problema é mais profundo: é de credibilidade.
O eleitor já viu esse filme antes, já ouviu as promessas e já sentiu na pele as consequências.
Por que isso incomoda tanto o projeto de poder da esquerda?
Porque desmonta a fantasia de que o Brasil estaria “imunizado” contra a direita.
São Paulo mostra o contrário: o povo está cansado de hipocrisia, de seletividade, de ver a esquerda blindada enquanto a direita é perseguida.
O que pode acontecer em 2026?
Se a tendência se confirmar, o maior colégio eleitoral do país pode ser o palco de uma virada histórica contra Lula e o PT.
E é exatamente isso que a pesquisa Quaest, divulgada agora, começa a desenhar.
As dez perguntas com cinco palavras que o público se faz ao ler a notícia: 1) Lula ainda domina São Paulo?
Resposta: Não, a pesquisa mostra equilíbrio no primeiro turno e vantagem de Flávio Bolsonaro no segundo turno, acima da margem de erro.
2) Flávio realmente pode vencer Lula?
Resposta: Sim, em São Paulo, hoje, ele aparece numericamente à frente em cenário de segundo turno, segundo a Quaest.
3) O bolsonarismo está mesmo acabado?
Resposta: Não, a própria pesquisa e a reação da mídia progressista mostram que a direita segue forte e competitiva.
4) São Paulo pode decidir tudo?
Resposta: Pode influenciar muito, porque é o maior colégio eleitoral do país e pesa demais no resultado nacional.
5) A esquerda perdeu o controle?
Resposta: Em São Paulo, perdeu a tranquilidade.
O cenário é de disputa dura, sem hegemonia petista.
6) O antipetismo continua muito forte?
Resposta: Sim, o fato de Lula não disparar mesmo com toda a máquina indica rejeição consolidada ao PT.
7) A mídia está tentando assustar?
8) Lula consegue virar esse jogo?
Resposta: Só se conseguir recuperar credibilidade e entregar resultados concretos, o que hoje não aparece para o eleitor paulista.
9) A direita tem chance real?
Resposta: Tem, e a vantagem de Flávio no segundo turno em SP é a prova mais recente disso.
10) Essa pesquisa muda o tabuleiro?