Lula aproveitou uma visita ao Hospital Federal do Andaraí, no Rio de Janeiro, para transformar o SUS em palanque político e atacar Donald Trump.
Ao lado do diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom, o petista mandou um recado ao ex-presidente dos Estados Unidos: “tratamento de saúde não é só para rico” e se gabou de que o Brasil garante ao cidadão comum o mesmo atendimento do presidente da República.
Na prática, quem depende do SUS sabe que não é bem assim.
Fila, falta de médico, falta de remédio, macas em corredores, gente morrendo esperando exame.
Mas, diante da plateia e das câmeras, Lula vendeu a imagem de um Brasil perfeito, “único país com mais de 100 milhões de habitantes com sistema universal, público e gratuito”.
A velha narrativa: discurso bonito, realidade dura.
Por que Lula ignora o caos?
Porque admitir o caos desmonta o marketing de que o SUS é um paraíso e ele é o grande pai dos pobres.
Lula ainda mandou Tedros “avisar Trump” que um país “que não é rico como os Estados Unidos” consegue garantir saúde igual para todos.
Comparou o SUS com o sistema de Nova York, dizendo para irem ver “quanto custa uma ambulância” lá.
Ou seja: ataca os EUA, posa de defensor dos pobres e tenta se colocar como exemplo mundial, justamente quando o brasileiro sofre na pele a precariedade do sistema.
O que Lula ganha atacando Trump?
Ganha aplauso fácil da esquerda global e tenta reforçar a imagem de líder mundial progressista.
Tedros, da OMS, entrou no jogo.
Disse que saúde é “escolha política”, que o Brasil é exemplo para o mundo e ainda brincou mostrando um cartão do SUS, como se fosse um troféu.
Tudo perfeito para foto, manchete e discurso internacional.
Mas e o paciente que espera meses por uma consulta?
O SUS é realmente exemplo mundial?
Em teoria de papel, sim; na prática do dia a dia, não.
Lula fala como se tivesse descoberto a roda, mas o que ele não conta é que o SUS virou, há décadas, um sistema usado por políticos de esquerda como vitrine, enquanto a gestão é marcada por desperdício, corrupção, aparelhamento e abandono.
Quando é para discursar na frente da OMS, o SUS é “orgulho nacional”.
Quando é para encarar a fila de madrugada no posto de saúde, o povo é deixado de lado.
Por que a esquerda idolatra tanto o SUS?
Porque é um símbolo perfeito para discurso de Estado grande, controle central e dependência do governo.
A contradição é gritante: Lula fala que “tratamento de saúde não é só para rico”, mas quantas vezes ele, ministros, aliados e figurões do PT usam hospital público?
Quando precisam de algo sério, correm para os melhores hospitais privados do país.
O SUS fica para o povo que paga a conta.
Lula realmente usa o SUS?
Não.
Ele e a elite política usam hospitais privados de ponta.
Enquanto isso, governadores e prefeitos aliados do PT e da esquerda seguem reclamando de falta de verba, mas gastam bilhões em propaganda, cargos comissionados e estruturas inchadas.
A saúde vira sempre desculpa para pedir mais dinheiro, nunca para prestar contas.
Quem paga essa conta toda?
Lula ainda tenta se colocar acima de Trump, como se o problema do mundo fosse o corte de verba da OMS.
Mas quantos brasileiros sabem, de fato, o que a OMS fez de concreto por eles?
O que o povo vê é hospital lotado, posto sem remédio e exame que não sai.
A OMS ajuda o brasileiro comum?
Muito pouco de forma direta; o impacto real é quase invisível para quem está na fila.
O discurso de Lula encaixa perfeitamente na narrativa da esquerda global: atacar os EUA, elogiar organismos internacionais, exaltar o Estado gigante e posar de defensor dos pobres.
Mas não responde à pergunta básica de quem está na ponta: por que, com tanto imposto e tanta propaganda, a saúde continua um drama diário?
Por que a saúde continua um drama?
Porque falta gestão séria, prioridade real e combate à corrupção, não discurso.
Enquanto Lula faz graça com Tedros e fala de ambulância em Nova York, o brasileiro reza para conseguir uma vaga na UTI.
O contraste entre o palco e a realidade é brutal.
E é justamente isso que revolta: a sensação de que usam a dor do povo como cenário para lacração internacional.
Lula está preocupado com o povo?
Está preocupado, principalmente, com narrativa, imagem e poder político.
No fim, o recado é claro: para a esquerda, o importante é o discurso bonito para a OMS e para o mundo.
Se a fila do SUS anda ou não, se o paciente volta para casa sem atendimento, isso fica em segundo plano.
E o brasileiro, mais uma vez, é usado como figurante no show político de sempre.
Até quando vamos aceitar isso?
Enquanto o eleitor não cobrar resultado real e parar de cair em discurso vazio.
O Brasil é mesmo exemplo mundial?
Só no microfone de Lula; na vida real, o exemplo é de como não fazer.
Quem defende o SUS de verdade?