A nova da vez é essa: a esquerda já está discutindo, com toda calma do mundo, o que fazer “se Flávio Bolsonaro perder a eleição de 2026”.
Nem campanha começou, nada foi decidido, mas o sistema já planta medo, insinua golpe e tenta pintar a direita como ameaça permanente à democracia.
O artigo da Revista Fórum usa a reunião de Flávio com diplomatas, em julho, para repetir a velha narrativa: qualquer crítica às urnas eletrônicas vira “ataque à democracia”.
Ele fala em observadores internacionais, cita empresas envolvidas em eleições pelo mundo, e a imprensa militante corre para colar nele o rótulo de Trump brasileiro.
Enquanto isso, Lula faz o que sempre acusou os outros de fazer: fala abertamente em interferência dos Estados Unidos nas eleições brasileiras, diz que “eles vão tentar interferir aqui, ajudando o lado de lá”, e já prepara o discurso de que, se perder, foi culpa de pressão externa, fake news, ultradireita internacional e tudo mais.
Ou seja: quando Bolsonaro questiona o sistema, é golpe.
Quando Lula acusa outro país de interferência, é “defesa da soberania”.
Até quando essa hipocrisia?
A matéria ainda tenta transformar a eleição de 2026 em um grande tabuleiro geopolítico, como se o brasileiro comum não estivesse preocupado é com inflação, desemprego, insegurança e impostos.
Mas, para a esquerda, o foco é outro: amarrar a direita a uma narrativa de ruptura antes mesmo do voto.
Eles falam de 8 de janeiro o tempo todo, mas silenciam sobre invasões de prédios públicos pela esquerda, sobre ameaças ao STF feitas por petistas no passado, sobre ataques à imprensa quando não era alinhada ao governo.
Dois pesos, duas medidas.
Agora, Flávio Bolsonaro é apresentado como parte de uma “rede internacional da ultradireita” com Trump, Milei, Marco Rubio e Eduardo Bolsonaro.
Para a esquerda, conservador que conversa com estrangeiro é ameaça à democracia.
Já Lula, que vive dando palpite em eleição alheia e abraçando ditadores amigos, é “estadista”.
Que absurdo.
A pergunta que eles fazem é: e se Flávio Bolsonaro perder?
Mas a pergunta real é outra: e se Flávio Bolsonaro ganhar?
Aí o plano já está pronto: gritaria internacional, imprensa estrangeira mobilizada, acusações de interferência, pressão diplomática e tentativa de deslegitimar o resultado.
É exatamente isso que o texto deixa no ar: a eleição de 2026 não é só disputa entre Lula e Flávio, é “tema de interesse geopolítico”.
Traduzindo: se a direita vencer, vão dizer que foi culpa de Trump, de redes sociais, de IA, de fake news, de qualquer coisa – menos da vontade do povo.
A esquerda não aguenta mais perder no voto sem arrumar desculpa.
Em 2018, foi “WhatsApp”.
Em 2022, foi “fake news e ódio”.
Em 2026, já estão ensaiando: será “ultradireita internacional e interferência externa”.
O roteiro está escrito.
Veja as perguntas que o próprio público conservador se faz ao ler tudo isso:
Por que só direita é ameaça?
Porque a esquerda domina a narrativa, protege seus aliados e transforma qualquer movimento conservador em risco à democracia, enquanto passa pano para abusos do próprio campo.
Lula pode falar em interferência?
Pode, e fala.
Quando é Lula acusando os EUA, vira “defesa da soberania”.
Quando é a direita pedindo transparência, vira “golpismo”.
É o padrão de dois pesos e duas medidas.
Crítica às urnas é crime agora?
Questionar, pedir auditoria, pedir observadores é legítimo em qualquer democracia séria.
Criminalizar dúvida é coisa de quem tem medo de transparência.
Quem realmente politiza a geopolítica?
A própria esquerda, que transforma eleição nacional em guerra ideológica global, para chamar imprensa estrangeira e pressionar qualquer resultado que não seja o que ela quer.
Por que tanto medo de Flávio Bolsonaro?
Porque ele representa continuidade de um projeto conservador que a esquerda não conseguiu destruir nem com criminalização, nem com narrativa, nem com perseguição política.
Mídia estrangeira é neutra mesmo?
Não.
Grandes veículos seguem agendas políticas claras, muitas vezes alinhadas à esquerda global, e usam o Brasil como laboratório de narrativa sobre “ameaça à democracia”.
Lula respeitará qualquer resultado mesmo?
Direita pode confiar nas instituições?
Só se houver regras claras, transparência real e tratamento igual para todos.
Hoje, a sensação é de blindagem para a esquerda e perseguição para a direita.
Quem lucra com clima de medo?
A esquerda, que usa o pânico para controlar discurso, censurar redes, pressionar plataformas digitais e calar vozes conservadoras em nome da “democracia”.
O que fazer até 2026 então?
Organizar-se, fiscalizar, cobrar transparência, denunciar a hipocrisia e não aceitar que rotulem metade do país como ameaça só porque pensa diferente do sistema.
No fim, o recado é claro: enquanto a esquerda finge se preocupar com “democracia”, o que ela realmente teme é o povo escolher, de novo, um projeto conservador.
E é por isso que já começaram a escrever, com dois anos de antecedência, a desculpa pronta para 2026.