Xuxa Meneghel voltou à Globo, no Mais Você, para falar da nova turnê “O Último Voo da Nave” e, no meio da conversa, reforçou sua crença em ETs.
Disse, sem titubear, que “é óbvio que não estamos sozinhos no universo” e que acha “uma loucura” imaginar que só a Terra tem vida.
Enquanto isso, o brasileiro aqui embaixo lida com violência, impostos e contas atrasadas.
Coincidência?
A apresentadora ainda recebeu um “certificado honorífico” que a chama de “primeira apresentadora do Universo” a encantar terráqueos a bordo de uma nave espacial por mais de quatro décadas.
Certificado do Universo?
Em pleno Brasil em crise?
É sério isso?
Globo e Xuxa transformam ETs, naves e abduções em pauta principal, com direito a recado em inglês para Ariana Grande, risadas em estúdio e clima de festa.
E a pergunta que não quer calar: em que planeta vive essa gente?
Brasil precisa disso agora?
Não.
O Brasil precisa de emprego, segurança, respeito à fé e à família, não de mais uma celebração vazia da indústria do entretenimento.
Globo ainda representa o povo?
Cada vez menos.
A emissora insiste em um mundo paralelo, distante da realidade de quem pega ônibus lotado e luta para pagar o básico.
Xuxa fala do que importa?
Não.
Ela fala de ETs, naves e “abduções” em shows, mas não usa o mesmo espaço para discutir os dramas reais que atingem milhões de famílias.
Por que tanta exaltação assim?
Isso ajuda o Brasil a melhorar?
Não.
É puro entretenimento embalado como algo grandioso, mas que não muda em nada a vida de quem está na fila do hospital ou sem vaga na escola.
Qual é a mensagem por trás disso?
Que o show não pode parar, mesmo que o país esteja em frangalhos.
O recado é claro: o palco, a luz e a fantasia valem mais que a realidade dura do povo.
Por que a Globo dá palco para isso?
Porque é mais fácil falar de ETs do que encarar temas que expõem a falência moral, econômica e social que muita gente ajudou a construir.
Cadê a preocupação com a família?
Fica em segundo plano.
O foco é nostalgia, nave, certificado “do Universo” e piada com artistas internacionais, enquanto famílias lutam para proteger seus filhos de uma cultura cada vez mais desconectada de valores sólidos.
Isso mostra o quê exatamente?
Mostra uma bolha progressista que prefere viver de fantasia, nostalgia e autoidolatria, em vez de olhar para o sofrimento real do brasileiro que sustenta tudo isso com impostos e audiência.
Até quando vamos aceitar?
No fim, Xuxa diz que “nunca viu” ET, mas quer ver.
O brasileiro, por outro lado, já viu de perto o resultado de décadas de prioridades erradas: insegurança, crise e desrespeito.
ET nenhum precisa aparecer para mostrar que tem algo muito errado quando a TV comemora certificado “do Universo” enquanto o país sangra.