A nova pesquisa nacional da Quaest, registrada no TSE e encomendada pelo Banco Genial, começa a ouvir eleitores para medir a disputa de 2026 entre Lula e Flávio Bolsonaro.
Não é pesquisa qualquer: são 2.004 entrevistas presenciais, com margem de erro de 2 pontos.
E o que o sistema faz?
Coloca Lula em vários cenários de segundo turno, mas guarda o principal duelo para o centro do questionário: Lula x Flávio Bolsonaro.
Por que testar logo Flávio Bolsonaro contra Lula agora?
Porque o instituto sabe que o nome Bolsonaro continua vivo e forte, mesmo com toda perseguição política e tentativas de desgaste.
A mesma turma que dizia que o bolsonarismo estava “morto” agora mede até o efeito de um apoio de Donald Trump a Flávio Bolsonaro.
Se não incomodasse, ninguém estaria gastando tempo e dinheiro com isso.
Por que tanto medo do apoio de Trump?
Porque a esquerda sabe que a união de conservadores no mundo fortalece o discurso de soberania, patriotismo e defesa da família.
A pesquisa Quaest também quer saber quem representa melhor o patriotismo e os interesses do Brasil: Lula ou Flávio Bolsonaro.
Justo o Lula, que vive abraçado a ditaduras amigas, sendo colocado como opção de “patriota” ao lado de um Bolsonaro?
A ironia é tão grande que chega a ser ofensiva com a inteligência do eleitor.
Lula ainda é visto como patriota pela maioria?
Cada vez menos, principalmente entre quem sente no bolso inflação, desemprego e impostos altos.
O levantamento vai medir aprovação do governo Lula, percepção sobre economia, preço dos alimentos, poder de compra, endividamento das famílias e até o impacto do Desenrola 2.0. Ou seja: enquanto o governo tenta vender propaganda de “país em recuperação”, a pesquisa vai ouvir o que o povo realmente sente no mercado, no aluguel e no cartão de crédito.
A economia melhorou de verdade para o povo?
O brasileiro continua apertado, endividado e com medo do futuro.
Outro ponto revelador: a Quaest quer saber se o eleitor acha importante que o candidato acredite em Deus, tenha a mesma religião ou ouça líderes religiosos.
A esquerda que sempre debochou de evangélicos agora corre atrás desse voto, tentando entender como falar com quem ela passou anos chamando de “atrasado” e “fanático”.
Por que a esquerda finge respeitar a fé agora?
Porque percebeu que sem o voto conservador e cristão não ganha eleição nenhuma no Brasil.
A pesquisa também mede o peso de Michelle Bolsonaro na campanha de Flávio.
Depois da reconciliação pública, o instituto quer saber se a presença dela aumenta as chances do senador.
Se não tivesse força, ninguém estaria perguntando isso em pesquisa nacional.
Michelle Bolsonaro pode virar trunfo decisivo?
Sim.
Ela fala direto com o público conservador, cristão e com mulheres cansadas da velha política.
Outro detalhe: a Quaest pergunta sobre a decisão que proibiu visitas a Jair Bolsonaro e sobre as declarações de Flávio a respeito das urnas eletrônicas.
Ou seja, o próprio questionário reconhece que o cerco jurídico e institucional contra Bolsonaro pai e filho é tema central para o eleitor.
Por que o sistema teme tanto Bolsonaro?
Porque ele expôs privilégios, questionou o STF e quebrou o conforto da velha política.
A pesquisa ainda mede confiança em instituições como STF, Congresso, partidos, imprensa, Forças Armadas, igrejas, Polícia Militar, urnas eletrônicas e até o Pix.
Em outras palavras: querem saber até onde vai a paciência do brasileiro com o ativismo judicial, com a blindagem da esquerda e com a criminalização da direita.
A confiança no STF continua caindo?
Tudo indica que sim, principalmente entre conservadores que veem perseguição seletiva e dois pesos e duas medidas.
Também chama atenção o bloco sobre Senado: o eleitor será perguntado se prefere um senador indicado por Lula, por Bolsonaro, independente da polarização ou que defenda impeachment de ministros do STF.
Adivinha qual opção assusta mais o sistema?
Por que falar em impeachment de ministros do STF assusta tanto?
Porque toca no ponto mais sensível do poder hoje: a falta de limites para decisões políticas travestidas de jurídicas.
A Quaest ainda quer medir o impacto das tarifas dos EUA sobre produtos brasileiros e a imagem dos Estados Unidos.
E pergunta se o próximo presidente deve ser aliado, independente ou opositor dos EUA.
Ao mesmo tempo, testa o efeito de um apoio de Trump a Flávio Bolsonaro.
Coincidência?
Por que o apoio de Milei e Trump incomoda a esquerda?
Porque mostra que o movimento conservador é global e não vai ser apagado com narrativa de jornal.
No fim, o recado é claro: o sistema já entendeu que 2026 não será passeio para Lula.
A disputa real é entre o projeto de esquerda que afunda o país em impostos, controle e censura, e o campo conservador que, mesmo atacado todos os dias, continua crescendo.
O brasileiro está cansado de ser enganado?
Sim.
E cada nova pesquisa só confirma que a paciência com a velha narrativa da esquerda está chegando ao limite.
A pergunta que fica é simples: se o bolsonarismo estivesse acabado, por que tanta pesquisa, tanta pergunta, tanto medo e tanta tentativa de controle?
O jogo de 2026 já começou?