Aconteceu agora: por ordem do ministro do STF André Mendonça, a Polícia Federal vai investigar formalmente Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, por suspeita de tráfico de influência e corrupção em negócios dentro do governo Lula envolvendo produtos derivados de maconha, a chamada “cannabis medicinal”.
Não é boato, não é teoria: é determinação do STF para a PF ir fundo no filho do presidente, na lobista Roberta Luchsinger e em Antônio Camilo Antunes, o famoso “Careca do INSS”.
O que a PF quer saber?
Viagens conjuntas, pagamentos de R$ 1,5 milhão para Roberta e mensagens falando em “filho do rapaz” estão na mira dos investigadores.
E adivinha quem é o “rapaz”?
Isso é normal num governo sério?
É exatamente o tipo de suspeita que destrói qualquer discurso de ética.
De novo o mesmo roteiro: filho de Lula, negócios obscuros, dinheiro alto, influência política e a velha narrativa de “não sei de nada”.
Lulinha já foi condenado e cumpriu pena em regime fechado por corrupção e lavagem de dinheiro.
Mesmo assim, volta a aparecer no centro de um possível esquema milionário, agora ligado à maconha medicinal e ao governo do próprio pai.
Até quando o Brasil aceita isso?
Enquanto a sociedade engolir calada, esse ciclo de impunidade continua.
Lula tenta se afastar dizendo que o problema é “só do filho” e que acredita na inocência dele.
Mas a própria matéria aponta suspeitas envolvendo o gabinete do presidente e o Ministério da Saúde.
Se o gabinete é citado, se o ministério é citado, como fingir que é “coisa de família” e não assunto de Estado?
É só coincidência o gabinete ser citado?
Não parece.
Quando o gabinete entra na história, o assunto deixa de ser privado e vira caso de governo.
Onde está aquela conversa de “governo mais ético da história”?
Onde foi parar o discurso de que a esquerda era vítima de perseguição política e que tudo não passava de “lawfare”?
Quando a PF mira filho de presidente de esquerda, com ordem de ministro do STF, a narrativa da perseguição seletiva simplesmente desmorona.
Existe perseguição ou blindagem?
O que se vê é muito mais blindagem quando o alvo é da esquerda e do PT.
O mais revoltante é a seletividade.
Quando é alguém da direita, a manchete vem pronta: corrupto, golpista, criminoso.
Quando é filho de Lula, vira “polêmica”, “suspeita”, “mal-entendido”.
Agora, com a PF oficialmente em cima, fica cada vez mais difícil empurrar tudo para debaixo do tapete.
Por que a esquerda silencia agora?
Porque é muito mais confortável gritar “golpe” do que encarar suspeitas dentro do próprio governo.
A trama da cannabis medicinal também escancara outro ponto: o uso de pautas “moderninhas” e progressistas como fachada para negócios bilionários.
Enquanto vendem o discurso de cuidado, saúde e ciência, por trás pode estar rolando lobby pesado, intermediação, viagens, pagamentos milionários e o velho toma-lá-dá-cá de sempre.
Cannabis virou negócio de quem?
Pelas suspeitas, virou negócio de quem tem acesso ao poder e sobrenome forte.
E o povo?
Continua pagando a conta, vendo a máquina pública ser usada como balcão de negócios, enquanto é chamado de “atrasado” por questionar esses esquemas travestidos de política pública.
Quem critica vira “reacionário”.
Mas quem lucra com contratos milionários é tratado como “empreendedor” e “articulador”.
Isso é governo ou balcão?
Quando filho, lobista e apelidos como “Careca do INSS” aparecem, parece muito mais balcão.
A decisão de André Mendonça joga luz onde a esquerda não queria que ninguém olhasse: no coração da relação entre família Lula, lobistas e governo.
E mostra que, mesmo com toda a blindagem midiática, a pressão por investigação está crescendo.
A PF vai até o fim?
Se houver independência real, deveria ir até onde as provas levarem, doa a quem doer.
O Brasil está cansado de ver sempre os mesmos nomes, os mesmos sobrenomes e as mesmas desculpas.
Sempre que a coisa aperta, a culpa é de um assessor, de um filho, de um terceiro.
O chefe nunca sabe de nada, nunca viu nada, nunca assinou nada.
Mas, curiosamente, tudo acontece ao redor dele, dentro do governo dele, com gente ligada a ele.
Lula realmente não sabia de nada?
Essa é a pergunta que o Brasil faz toda vez que um novo escândalo aparece.
Enquanto isso, a direita é chamada de “radical” por exigir investigação, transparência e responsabilização.
Mas é exatamente isso que um país sério faz: não passa pano para suspeita de corrupção, seja de quem for.
A diferença é que, quando o alvo é da esquerda, a gritaria por “democracia” vira escudo para qualquer crítica.
Quem defende a verdade agora?
Quem cobra investigação e não aceita dois pesos e duas medidas.
O caso Lulinha, Roberta e Careca é mais um teste para o Brasil: vamos aceitar que tudo acabe em pizza de novo ou vamos exigir que a PF vá até o fim, que o STF não recue e que o governo pare de tratar escândalo como assunto de família?
Porque, gostem ou não, quando o filho mexe com ministério e gabinete, não é mais problema de casa.
É problema de país.