O Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Sul mandou tirar do ar trechos de uma live de Paulo Figueiredo em que ele comenta a famosa frase sobre Maria do Rosário “não merece ser estuprada”.
A ordem atinge diretamente o Google, que tem 24 horas para remover o conteúdo, sob multa diária de R$ 5 mil, e proíbe Paulo de repetir ou republicar as falas, também com multa.
Ou seja: não é só tirar o vídeo, é calar o comentarista.
A decisão atende a um pedido da Federação Brasil da Esperança (PT-PCdoB-PV), exatamente o grupo político da própria Maria do Rosário.
Quem se sente perseguido politicamente agora?
Quem está sendo blindado pelo sistema?
A desembargadora diz que Paulo passou do “debate político” e entrou em “expressão misógina” contra a deputada.
Mas, na prática, o que acontece é mais um capítulo da velha história: quando a crítica é contra a esquerda, vira “discurso de ódio”; quando é contra a direita, é “liberdade de expressão”.
Até quando essa seletividade absurda?
Censura eleitoral começou mais cedo agora?
Sim.
A decisão é em contexto eleitoral e já tenta controlar o que pode ou não ser dito sobre uma pré-candidata de esquerda.
Por que só petista ganha blindagem agora?
Porque a representação é do próprio bloco da esquerda e a Justiça aceitou o argumento de ofensa pessoal contra Maria do Rosário.
Liberdade de expressão vale para quem mesmo?
Na prática, vale mais para a esquerda.
Quando o alvo é petista, a régua muda e tudo vira caso de tribunal.
TRE-RS virou braço político da esquerda?
A decisão reforça a percepção de que a Justiça Eleitoral atua com peso diferente quando o criticado é da esquerda.
Crítica dura agora virou crime eleitoral?
Não é crime, mas está sendo tratada como conteúdo a ser apagado, o que na prática funciona como censura prévia.
Google vai obedecer sem questionar nada?
Tudo indica que sim, porque a multa diária pressiona a plataforma a remover rápido, sem discutir liberdade de expressão.
Direita pode falar o que pensa ainda?
Cada vez menos.
Influenciadores conservadores vivem sob risco de processo, multa e remoção de conteúdo.
Por que esquerda pode atacar Bolsonaro à vontade?
Porque xingamentos e ataques contra Bolsonaro e a direita raramente recebem o mesmo tratamento duro da Justiça.
Isso é proteção à mulher ou proteção ao PT?
Quem decide o que você pode assistir?
Hoje, tribunais e partidos de esquerda pressionam plataformas para definir o que entra e o que sai do ar.
A mesma fala de Bolsonaro, de 2014, já foi julgada e condenada no STJ.
Agora, quando Paulo Figueiredo relembra o episódio, em tom de deboche, a Justiça Eleitoral entra em cena para dizer o que pode ser dito, como pode ser dito e por quem pode ser dito.
Não é mais sobre o fato em si, é sobre controlar a narrativa.
Enquanto isso, ataques pesados contra Bolsonaro, contra conservadores, contra cristãos, seguem circulando livremente nas redes, em programas de TV, em discursos de parlamentares de esquerda.
Onde está a mesma pressa para mandar tirar esses conteúdos do ar?
A própria decisão admite que, em outro trecho, quando Paulo fala que mulheres “votam estatisticamente muito mal”, não havia urgência para remoção.
Ou seja: quando não atinge diretamente uma deputada de esquerda em ano eleitoral, aí a urgência some.
Coincidência?
O recado é claro: critique o PT, Maria do Rosário ou Jandira Feghali e você pode ser calado.
Questione a narrativa da esquerda e seu vídeo some.
O Brasil está vendo, cansado dessa hipocrisia e cada vez mais preocupado com o rumo da liberdade de expressão no país.