Lula já empilhou mais de R$ 283 bilhões em “bondades” econômicas para 2026 e o próprio mercado financeiro está dizendo: o pacote já encosta no de Jair Bolsonaro em 2022. A diferença?
Agora o governo tenta posar de responsável, enquanto empurra o brasileiro para mais dívida e vende isso como “sensação de bem-estar”.
O banco suíço UBS calculou: as medidas de Lula já somam R$ 283,2 bilhões.
Falta pouco para os R$ 325 bilhões do pacote de Bolsonaro, corrigidos pela inflação.
Lembra quando a esquerda chamava aquilo de “estelionato eleitoral”, “PEC Kamikaze”, “irresponsabilidade fiscal”?
Agora, com Lula, virou “política pública”, “equilíbrio fiscal” e “busca incessante de superávit”.
Até quando essa hipocrisia?
A grande jogada do Planalto é simples: em vez de colocar dinheiro direto no bolso, como Bolsonaro fez com Auxílio Brasil, Auxílio Caminhoneiro e Auxílio Taxista, Lula usa bancos e fundos estatais para empurrar crédito.
Dos R$ 283,2 bilhões, R$ 193,5 bilhões dependem de uma coisa: o cidadão ou empresário assinar mais um contrato de dívida.
Por que Lula empurra mais dívidas agora?
Porque é a forma de inflar a economia sem estourar de cara o caixa do governo, jogando a bomba para o futuro.
Com endividamento recorde e nome sujo batendo máximas, milhões de brasileiros nem conseguem pegar esse crédito “maravilhoso” que o governo anuncia em rede nacional.
O programa Move Brasil, por exemplo, prometeu R$ 30 bilhões para motoristas de aplicativo e taxistas comprarem carros.
Sabe quanto saiu até agora?
Só R$ 2 bilhões.
A propaganda é gigante, o resultado é mínimo.
Por que o crédito de Lula não decola?
Porque o brasileiro já está atolado em dívidas e com o nome sujo, sem acesso ao sistema.
Enquanto isso, o Ministério da Fazenda solta nota dizendo que não é pacote eleitoral, que são “cerca de 70 políticas públicas” desde o início do governo, que tudo é “estrutural” e “de longo prazo”.
O mesmo discurso técnico de sempre para tentar esconder o óbvio: ano eleitoral chegando, máquina pública trabalhando pesado para criar clima de melhora artificial.
Lula está repetindo o que criticou em Bolsonaro?
Sim.
Está montando um mega pacote de estímulos, só que disfarçado de crédito e fundos.
A esquerda passou anos acusando Bolsonaro de “comprar votos” com benefícios sociais e desonerações.
Agora, Lula turbina desoneração de Imposto de Renda, promete isenção até R$ 5 mil, amplia programas de renegociação de dívidas e empurra crédito subsidiado.
Quando é a direita, é “populismo”.
Quando é a esquerda, é “justiça social”.
Até quando essa seletividade?
Por que a esquerda muda de discurso assim?
O governo ainda tenta jogar a culpa dos juros altos na conjuntura internacional, no juro americano, no “risco fiscal” herdado, em tudo.
Menos na própria gastança e na insegurança que cria no mercado.
Ao mesmo tempo em que fala em “superávit em curtíssimo prazo”, Lula empilha promessas bilionárias para 2026.
Juros altos são só culpa externa?
Não.
A incerteza fiscal e os pacotes bilionários também pesam na conta.
O mais irônico é ver o governo dizendo que está “mitigando o endividamento das famílias” com programas como o novo Desenrola Brasil, enquanto a principal estratégia para turbinar a economia é justamente empurrar mais crédito para quem já está no limite.
Como combater dívida oferecendo mais dívida?
Só empurra o problema para frente e aumenta o risco de calote.
O Move Brasil é o retrato perfeito desse descompasso: prometem R$ 30 bilhões, liberam só R$ 2 bilhões, e ainda vendem como grande conquista.
O brasileiro olha a propaganda, vai ao banco, descobre que o nome está sujo e volta para casa com a mesma conta e mais frustração.
Por que o governo finge que está tudo bem?
Porque precisa manter a narrativa de que “a economia está reagindo” até a eleição.
Enquanto isso, o Ministério da Fazenda insiste que está “reduzindo o risco fiscal” e “ajudando a estabilizar a dívida pública”.
Mas como estabilizar dívida pública com pacotes que já passam de R$ 280 bilhões e continuam crescendo?
Essas bondades vão sair de onde?
Da mesma fonte de sempre: do bolso do contribuinte, via impostos e inflação.
A verdade é dura: Lula está montando um pacote bilionário, usando bancos e fundos para não parecer que está gastando tanto, e tentando vender isso como responsabilidade.
A esquerda que chamava Bolsonaro de “kamikaze” agora faz manobra parecida, só que mais maquiada.
O Brasil vai cair de novo nessa?
Depende se o eleitor vai olhar além da propaganda e enxergar a conta chegando.
No fim, a sensação é clara: o governo brinca de “bondade”, a imprensa amiga suaviza, o STF não se mexe, e quem paga a fatura é sempre o mesmo brasileiro que já não aguenta mais promessa vazia e pacote bilionário em ano eleitoral.
Até quando vamos aceitar isso?
Até o dia em que o eleitor cobrar coerência, responsabilidade e parar de premiar quem compra voto com dinheiro que não existe.