Aconteceu agora: a lobista Roberta Luchsinger, amiga próxima de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, trocou a chefia de sua defesa justamente depois de virar alvo de novos inquéritos no STF por possível tráfico de influência ligado ao chamado Careca do INSS.
Quem assume o comando da banca é o criminalista Roberto Podval, conhecido por defender nomes pesados como o fundador do Banco Master, Daniel Vorcaro.
Em volta de quem esse tipo de advogado costuma girar?
Aconteceu o que temíamos?
Sim.
A troca de defesa em meio a novos inquéritos mostra que o caso esquentou de vez no STF e na PF.
Segundo as investigações, Roberta é suspeita de ter feito pagamentos na casa das dezenas de milhares de reais para Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, chefe de gabinete do presidente Lula, entre o início de 2023 e meados de julho de 2026. Ou seja: dinheiro saindo da amiga de Lulinha direto para o coração do Planalto.
Isso é normal em governo “pela democracia”?
Isso é normal em democracia?
Não.
Pagamentos vultosos a chefe de gabinete do presidente, vindos de lobista ligada a investigado, acendem todos os alertas.
Mais: Roberta já é alvo de novos inquéritos no STF por suposto tráfico de influência em favor de Antônio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS, acusado de esquema de fraudes no INSS.
E quem aparece de novo na história?
Lulinha, o filho do presidente, que já responde a três inquéritos, inclusive por tráfico de influência.
Até quando vão fingir que é tudo coincidência?
Até quando tudo é coincidência?
Não.
A repetição de nomes, viagens, pagamentos e inquéritos mostra um padrão que precisa ser esclarecido a fundo.
O próprio Poder360 revelou que Lulinha é suspeito de ter recebido uma mesada de R$ 300 mil do Careca do INSS.
Mesada de R$ 300 mil, não é salário mínimo, não é bolsa família.
É mesada de investigado por fraudes.
E a esquerda ainda fala em “defesa dos pobres” e “governo dos mais humildes”.
Que moral esse discurso ainda tem?
Que moral esse discurso tem?
Muito pouca.
A suspeita de mesada milionária contrasta diretamente com o discurso de defesa dos pobres e da ética na política.
Em maio de 2026, tentando conter o estrago, Roberta deu entrevista dizendo que apenas apresentou Lulinha ao Careca do INSS por “boa educação” e que nunca intermediou negócios.
Só que a PF já identificou ao menos seis viagens de Roberta e Lulinha com o mesmo código localizador de passagens, incluindo ida a Portugal em 2024 e cinco trechos nacionais em 2025. Isso é só amizade inocente?
Isso é só amizade inocente?
Não.
Para a PF, as viagens conjuntas são indícios de relação próxima que precisam ser cruzados com os fluxos de dinheiro e influência.
Enquanto isso, a narrativa oficial segue a mesma: “não há nada de ilegal”, “tudo será esclarecido”, “é perseguição”.
Mas a cada nova fase, surgem mais detalhes: pagamentos a chefe de gabinete de Lula, suspeita de mesada de R$ 300 mil, viagens combinadas, novos inquéritos no STF e agora a troca de comando da defesa.
Se fosse alguém da direita, o tratamento seria tão suave assim?
Se fosse alguém da direita?
Provavelmente não.
A experiência recente mostra que acusações contra nomes de direita costumam gerar prisões rápidas, manchetes diárias e pouca paciência.
O mais grave é ver como o entorno do presidente Lula se repete: amigos, filhos, lobistas, empresários, todos orbitando o poder, todos aparecendo em inquéritos, todos dizendo que é “apenas amizade” e “boa educação”.
E o STF, que age com mão de ferro contra conservadores, vai manter o mesmo rigor aqui ou vai aliviar de novo?
STF vai agir com rigor?
Essa é a grande dúvida.
A sociedade espera isonomia, mas há forte percepção de seletividade quando o alvo é ligado à esquerda.
A troca de Bruno Salles por Roberto Podval na chefia da defesa de Roberta não é detalhe técnico.
É movimento de quem sabe que o jogo ficou pesado.
Quando entra criminalista de alto calibre, é porque o risco aumentou.
O cerco está fechando em volta de quem?
O cerco está fechando em volta de quem?
Em volta de Roberta, do Careca do INSS e, politicamente, respinga diretamente em Lulinha e no Planalto.
A PF já ligou viagens, pagamentos e relações pessoais.
O STF abriu novos inquéritos.
A amiga de Lulinha corre para reforçar a defesa.
E o brasileiro que paga imposto olha tudo isso e se pergunta: até quando vão tratar isso como “caso isolado”?
Até quando vão tratar assim?
Enquanto não houver investigação firme, transparente e sem blindagem, a sensação será de impunidade e de dois pesos e duas medidas.
No fim, a pergunta que não quer calar é simples: se fosse um filho de Bolsonaro, com amiga lobista, mesada de R$ 300 mil, viagens conjuntas e pagamentos a chefe de gabinete, o noticiário e o STF estariam tão calmos assim?
Estariam tão calmos assim?
Muito provavelmente não.
O caso seria tratado como escândalo nacional diário, com pressão máxima por punições imediatas.
E o brasileiro, cansado de tanta contradição, olha para tudo isso e pensa: até quando?