Um ex-apresentador da Globo, Darino Sena, precisou ser socorrido pelo SAMU em Salvador após um surto psicológico em plena Praça da Sé, no Centro Histórico.
Segundo a própria polícia, ele estava desorientado, gritando, ameaçando pedestres e dizendo que poderia se jogar da região da Cruz Caída.
Agora, está internado, sob cuidados médicos, enquanto a família pede respeito e privacidade.
A mesma mídia que vive dando lição de moral em todo mundo, falando de “saúde mental”, “acolhimento” e “empatia”, agora pisa em ovos quando o problema explode dentro de casa.
Onde está a Globo agora?
A família divulgou nota forte: lembrou que problemas de saúde mental podem atingir qualquer pessoa, pediu seriedade e deixou claro que Darino não pode ser definido por um dos momentos mais difíceis da vida.
Ou seja: enquanto a militância lacradora adora cancelar, a própria família pede o óbvio – humanidade.
Aconteceu agora
E aí entra a contradição que muita gente já percebeu: quantas vezes a grande imprensa usou casos pessoais de figuras públicas para fazer espetáculo, destruir reputações e empurrar narrativa ideológica?
Mas quando é alguém que passou anos dentro do sistema, o tom muda, vira “cuidado”, “respeito”, “privacidade”.
Dois pesos, duas medidas.
Por que só agora pedem respeito total?
Porque quando o caso atinge alguém ligado ao seu próprio círculo, a conversa muda.
A pauta deixa de ser lacração e vira proteção.
O público percebe a seletividade.
Por que a Globo some quando complica?
Porque assumir a pressão que o próprio ambiente cria seria admitir culpa.
É mais fácil tratar como caso isolado e seguir o roteiro.
Quem protege a saúde mental dele?
Hoje, quem realmente protege é a família, que pediu privacidade e humanidade.
O sistema, esse, só protege enquanto serve à narrativa.
Por que a imprensa escolhe quem humanizar?
Porque virou regra: se é aliado ou ex-aliado, é “ser humano em sofrimento”; se é adversário político ou ideológico, é “monstro”, “perigoso”, “irresponsável”.
O que esse surto revela da TV?
Revela um bastidor pesado, de cobrança, exposição constante e pouca estrutura real para lidar com o preço que isso cobra de quem está na linha de frente.
Por que ninguém fala da pressão interna?
Porque admitir isso abriria a porta para questionar o modelo inteiro de mídia militante, que explora pessoas e depois posa de defensora da saúde mental.
Quem lucra com o espetáculo alheio?
Agora, pede silêncio e empatia quando a dor é de um dos seus.
Por que o público está cansado disso?
Porque já entendeu o jogo: discurso bonito na tela, prática seletiva nos bastidores.
A paciência com essa hipocrisia está no limite.
O que esse caso escancara de vez?
É vida real, com gente de carne e osso, inclusive quem já foi usado como peça no tabuleiro da grande mídia.
Silêncio incomoda geral
Darino tem mais de duas décadas de carreira na imprensa baiana, passou por TV Bahia (afiliada da Globo), TV Aratu, rádio, jornal e internet.
Nos últimos meses, seguidores já notavam mudanças no comportamento dele em transmissões ao vivo.
O alerta estava aceso, mas só virou notícia quando a situação chegou ao extremo, em via pública.
Por que esperar chegar ao limite sempre?
Porque o sistema só reage quando o problema vira escândalo.
Antes disso, finge que não vê, desde que o conteúdo continue rendendo audiência.
Agora, a família pede o mínimo: que ele não seja reduzido a esse episódio, que sua história profissional seja respeitada e que sua recuperação aconteça em paz.
Enquanto isso, fica a pergunta que muita gente de direita, conservadora e cansada da hipocrisia midiática se faz: até quando a grande imprensa vai usar pessoas como vitrine de discurso e depois sumir quando a conta chega?
Ninguém aguenta mais ver a mesma turma que relativiza crime, protege político de estimação e ataca conservador dia sim, dia também, posar de guardiã da saúde mental só quando convém.
O caso Darino Sena é um alerta duro: por trás das câmeras, a realidade é bem menos bonita do que o discurso ensaiado que a Globo vende todo dia.