O homem apontado por investigadores como o principal suspeito de levar Madeleine McCann, o alemão Christian Brueckner, reapareceu em mais um episódio preocupante: agora, envolvido em confronto e agressão contra policiais na Alemanha, mesmo estando em liberdade com tornozeleira.
De novo, o mundo vê um suspeito de um dos casos mais chocantes da história recente circulando livremente, acumulando confusão, enquanto a família da menina segue sem respostas há 19 anos.
Segundo o Der Spiegel, Christian foi abordado ao sair de um supermercado em Kiel, no norte da Alemanha, no dia 6 de junho.
Ele estaria fotografando policiais, se recusou a entregar o celular e partiu para a agressão física, deixando um agente ferido no joelho.
E esse é o homem que promotores alemães acreditam ter sequestrado e tirado a vida de Madeleine.
Aconteceu agora
Como um suspeito assim está solto?
Porque a justiça não reage?
Por que ninguém é responsabilizado?
Até quando essa impunidade continua?
Onde está o respeito às vítimas?
Quem responde pela falha brutal?
Por que o caso segue parado?
Quem vai encarar essa verdade?
O que falta para prender?
Como um suspeito assim está solto?
Porque, apesar de ser considerado o principal suspeito, ele nunca foi formalmente indiciado no caso Madeleine por falta de provas consideradas suficientes pelos promotores.
Porque a justiça não reage?
Porque o sistema jurídico exige um nível de prova muito alto para acusação formal, e, sem isso, ele só pôde cumprir a pena por outro crime, contra uma idosa.
Quem protege esse suspeito perigoso?
Não há indicação de proteção específica, mas o que existe é um sistema que, na prática, acaba blindando suspeitos quando as provas não são fechadas, mesmo com forte convicção dos investigadores.
Por que ninguém é responsabilizado?
Porque as investigações se arrastam há anos em três países e, sem conclusão oficial, ninguém assume a culpa por falhas, atrasos e decisões frouxas.
Até quando essa impunidade continua?
Até que surjam provas novas, testemunhas decisivas ou algum elemento que permita finalmente uma acusação formal consistente.
Onde está o respeito às vítimas?
Fica em segundo plano quando a burocracia, a lentidão e o medo de errar pesam mais do que a dor da família e a gravidade do caso.
Quem responde pela falha brutal?
Na prática, ninguém.
Cada país joga parte da responsabilidade no outro, e o tempo vai passando sem solução definitiva.
Por que o caso segue parado?
Porque, mesmo com "indícios fortes" citados por promotores, eles afirmam não ter elementos que considerem suficientes para levar o suspeito a julgamento.
Quem vai encarar essa verdade?
O que falta para prender?
Faltam provas materiais ou testemunhos irrefutáveis que liguem diretamente Christian ao sequestro e à possível morte de Madeleine.
Confronto violento exposto
Christian Brueckner não é um desconhecido da polícia.
Ele já tinha sido condenado a sete anos de prisão pelo abuso de uma aposentada na mesma região da Praia da Luz, em Portugal, onde Madeleine desapareceu.
Também tem histórico de abusos envolvendo crianças.
Mesmo assim, saiu da cadeia em setembro do ano passado e agora volta às manchetes por agredir policiais.
Enquanto isso, promotores alemães dizem acreditar que foi ele quem sequestrou e tirou a vida de Madeleine.
O próprio promotor Hans Christian Wolters declarou que todos os indícios apontam para a morte da menina e para a participação de Christian, embora admita que não há corpo e nem provas suficientes para acusá-lo formalmente.
Impunidade sem limites
É ou não é revoltante ver um suspeito desse calibre, com esse histórico, andando livre, discutindo com polícia, agredindo agente e ainda sendo defendido por advogado que fala em "foto inofensiva" e "perseguição a um homem inocente"?
Enquanto isso, os pais de Madeleine vivem há quase duas décadas num pesadelo sem fim.
Justiça falhou de novo
O caso escancara um problema que o mundo inteiro enxerga: quando se trata de proteger inocentes, especialmente crianças, o sistema é lento, burocrático e muitas vezes covarde.
Mas quando é para soltar, aliviar pena, relativizar perigo, tudo anda rápido.
Perigo continua solto
Além do confronto com a polícia em junho, Christian também é investigado por agredir um cidadão britânico em abril deste ano, também em Kiel.
Ou seja: não é alguém que saiu da prisão e resolveu "recomeçar a vida".
É um homem com histórico pesado, suspeito de um crime brutal, que continua se envolvendo em episódios de violência.
Caso ainda assombra
De um lado, promotores dizendo que têm elementos que apontam para a morte de Madeleine.
Do outro, o principal suspeito solto, com tornozeleira, discutindo e agredindo policiais.
E no meio disso tudo, uma família que nunca teve o direito básico de saber o que realmente aconteceu com sua filha.
O mundo olha para esse caso e se pergunta: até quando um suspeito desse tamanho vai continuar circulando livre, enquanto a verdade sobre Madeleine McCann segue enterrada em algum lugar que ninguém parece disposto – ou capaz – de alcançar?