Aconteceu ao vivo e sem filtro: Sonia Abrão esculachou Carol Lekker em rede nacional depois da ex-Fazenda detonar Eliana no SBT.
Sonia não amenizou, não passou pano e foi direto ao ponto: disse que, do jeito que Carol se comportou, é a favor de demitir.
Para uma emissora que vive de imagem e credibilidade, isso é pouca coisa?
Carol Lekker, hoje comentarista do Fofocalizando, resolveu atacar Eliana justamente no momento em que a apresentadora está em transição para a Globo.
Em vez de criticar conteúdo ou formato, partiu para o deboche pessoal, dizendo que Eliana "não está rendendo nada" aos domingos e sugerindo que a Globo a colocasse em um programa mais calmo, só para ficar dando "risadinha".
É esse o nível que a TV quer normalizar?
Sonia Abrão reagiu indignada no A Tarde é Sua.
Ela deixou claro que não é de pedir cabeça de ninguém, mas abriu exceção: se a pessoa tem a chance de estar na TV e não consegue exercer o trabalho com dignidade, ela é a favor de demitir.
E foi além: afirmou que a escalação de Carol para o Fofocalizando foi errada e que os colegas competentes não merecem alguém "sem nível nenhum" do lado.
Quem aguenta tanta falta de respeito?
Aqui entra a grande contradição: uma ex-participante de reality, conhecida mais por polêmica do que por carreira consolidada, se acha no direito de desmerecer uma apresentadora com décadas de estrada, família, público fiel e histórico de trabalho limpo.
Até onde vai essa cultura de lacração barata em cima de quem construiu nome com anos de esforço?
Por que atacar justo Eliana assim?
Porque Eliana está em alta, indo para a Globo, com moral e respeito do público, e virou alvo fácil para quem quer aparecer em cima de polêmica.
Quem ganha com esse tipo de deboche?
Ganha quem vive de engajamento raso, de frase de efeito e de cancelamento, enquanto a TV perde credibilidade e o público perde paciência.
Por que Sonia defendeu demissão direta?
Porque, na visão dela, não é só opinião: é falta de ética, de respeito profissional e de preparo para ocupar um lugar de comentarista em um programa nacional.
Isso foi só opinião ou ataque pessoal?
O que Carol fez passou do ponto da crítica profissional e entrou no campo do desmerecimento pessoal, reduzindo Eliana a uma "risadinha" e sugerindo que ela não serve para os domingos.
O SBT vai mesmo passar pano?
Por que o pedido de desculpas não convenceu?
Porque veio depois da repercussão negativa, em nota fria de assessoria, parecendo mais controle de dano do que arrependimento genuíno pelo que foi dito ao vivo.
Até quando a TV vai premiar baixaria?
Enquanto der audiência fácil, alguns diretores fingem que não veem, mas a reação do público e de colegas como Sonia mostra que a tolerância com esse tipo de postura está no limite.
Eliana merece esse tipo de desrespeito?
Não.
Concorde ou não com o estilo dela, é inegável que construiu carreira sólida, sem escândalos graves, e não precisa ser humilhada para servir de escada a ninguém.
Por que Sonia mandou voltar pra Fazenda?
Porque, na visão dela, o comportamento de Carol combina mais com reality de barraco do que com bancada de programa de fofoca que deveria ter, no mínimo, algum padrão de respeito.
O público ainda aguenta tanta baixaria?
Cada vez menos.
A reação nas redes, o apoio a Eliana e a cobrança por consequências mostram que o telespectador está cansado de ver gente sem preparo destruindo reputações por cinco minutos de fama.
No fim, a cena escancara algo maior: a TV brasileira está cheia de gente que confunde microfone com licença para humilhar.
Quando até colegas de profissão, como Sonia Abrão, pedem demissão ao vivo, é sinal de que a paciência estourou.
E aí fica a pergunta que não quer calar: até quando quem trabalha sério vai ser atacado por quem só quer aparecer a qualquer custo?