A nova pesquisa Quaest jogou luz em algo que a grande mídia tenta esconder: a maioria dos brasileiros acha ERRADA a decisão de Alexandre de Moraes de proibir as visitas de Flávio Bolsonaro ao pai, Jair Bolsonaro.
São 52% contra a medida, contra 41% que apoiam.
Ou seja, mesmo com toda a narrativa oficial, o povo está dizendo claramente que passou dos limites.
Aconteceu agora: a própria pesquisa usada sempre para alimentar manchetes contra a direita acabou expondo o incômodo geral com mais uma decisão pesada do STF contra Bolsonaro.
A pergunta foi feita depois de explicar que Moraes suspendeu por 90 dias as visitas de Flávio ao pai, porque o senador leu uma carta de Bolsonaro em uma live.
E mesmo assim, com toda a explicação, a maioria não engoliu a justificativa.
Povo concorda com Moraes?
Não.
A maioria discorda da proibição.
Isso é mesmo proporcional?
Não.
Parece punição política exagerada.
Por que só Bolsonaro é punido?
Porque há clara seletividade contra a direita.
A esquerda aceitaria isso com Lula?
Não.
Haveria gritaria mundial e vitimização.
STF está ouvindo o povo?
Não.
Age distante da opinião popular.
É normal proibir visita de filho?
É medida extrema e incomum.
Isso fortalece ou enfraquece o STF?
Aumenta a desconfiança e desgaste.
Quem ganha com essa decisão?
A esquerda, que quer Bolsonaro isolado.
Independentes apoiam essa proibição?
Não em maioria.
Metade já reprova.
Isso pode piorar ainda mais?
Sim.
Aumenta polarização e revolta popular.
Entre bolsonaristas, o recado é quase unânime: 92% consideram a proibição errada.
Até entre a direita que não se declara bolsonarista, 83% rejeitam a decisão.
Ou seja, não é sobre “defender pessoa”, é sobre limite de poder.
A sensação é clara: o sistema está indo longe demais para tentar calar Bolsonaro e cercar sua família.
Do outro lado, 70% dos lulistas e 73% da esquerda aplaudem Moraes.
A mesma esquerda que vive falando em “estado democrático de direito”, “direitos humanos” e “defesa das famílias” agora acha normal um pai ser impedido de receber o próprio filho por decisão judicial.
Quando é contra Bolsonaro, vale tudo.
A hipocrisia está escancarada.
Aconteceu em julho: Moraes suspendeu as visitas de Flávio por 90 dias, alegando que ele usou o direito de visita para tirar uma carta da casa do pai e divulgar em live, driblando a proibição de Bolsonaro usar redes sociais.
Depois, o ministro foi além: suspendeu por 30 dias as demais visitas, liberando só advogados, médicos e fisioterapeutas, e ainda proibiu encontros com finalidade político-eleitoral até o fim das eleições.
Ou seja: não é só sobre uma carta.
É sobre isolar politicamente o principal nome da direita no Brasil em pleno período eleitoral.
A defesa de Bolsonaro chamou a medida de desproporcional e pediu que Flávio possa voltar a visitá-lo como filho ou, ao menos, como advogado.
Agora, Moraes mandou a PGR se manifestar em cinco dias.
Mais um capítulo de um processo que parece não ter fim.
Enquanto isso, a pesquisa Quaest mostra algo que a bolha progressista não quer admitir: até entre os eleitores independentes, 50% acham errada a proibição, contra 39% que apoiam.
Ou seja, quem não é nem bolsonarista nem lulista também está começando a enxergar o exagero.
A mesma imprensa que chama qualquer crítica ao STF de “ataque à democracia” agora tenta normalizar a ideia de que um ex-presidente não pode receber o próprio filho porque leu uma carta em live.
A pergunta que fica é: até quando o Brasil vai aceitar esse nível de interferência na vida política e pessoal de um lado só?
O recado da pesquisa é duro: a conta da perseguição política está chegando.
O cerco que tentaram fechar contra Bolsonaro começa a virar contra quem abusa do poder.
E, desta vez, não é opinião de rede social: são números oficiais, registrados no TSE, mostrando que o povo não está mais comprando a narrativa de que tudo isso é apenas “defesa da democracia”.