O ex-chefe de gabinete de Lula, Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, pediu para sair da campanha de reeleição justamente depois de vir à tona que a Polícia Federal investiga repasses suspeitos feitos a ele pela empresária Roberta Luchsinger, apontada como lobista do chamado Careca do INSS dentro da gestão petista.
Não é qualquer nome: é gente do círculo íntimo, colada no poder, que agora pula do barco quando a PF chega mais perto.
A pergunta que não quer calar: coincidência ou fuga calculada?
Coincidência ou fuga calculada?
Quem acredita em coincidência nesse meio?
Quem acredita em coincidência nesse meio?
Por que sempre estoura no entorno de Lula?
Por que sempre estoura no entorno de Lula?
Cadê a tal moralidade da esquerda?
Cadê a tal moralidade da esquerda?
Por que a PF só age agora?
Quem protege quem dentro do Planalto?
Lula realmente não sabia de nada?
Lula realmente não sabia de nada?
Vai sobrar algo da narrativa ética?
Vai sobrar algo da narrativa ética?
Se fosse alguém da direita, como seria?
Se fosse alguém da direita, como seria?
Até quando o Brasil vai engolir?
Até quando o Brasil vai engolir?
Coincidência ou fuga calculada?
A saída acontece logo após as revelações sobre os pagamentos investigados pela PF.
Quando a coisa esquenta, a solução padrão da esquerda aparece: afasta discretamente, muda o discurso e finge que nunca teve nada a ver.
O roteiro é velho, mas continuam tentando vender como novidade.
Quem acredita em coincidência nesse meio?
O homem estava dentro da campanha, ligado ao núcleo duro, e só agora resolveu ser "zeloso com as pessoas" e pedir para sair.
Justo quando a PF entra em cena e os repasses de Roberta Luchsinger ganham holofote.
O timing fala mais alto que qualquer nota oficial.
Por que sempre estoura no entorno de Lula?
Onde se cutuca, aparece alguém com ligação, repasse, lobista, empresário amigo, esquema paralelo.
A esquerda vive repetindo que é vítima de perseguição, mas a cada nova investigação, surge mais um nome do círculo petista envolvido em algo nebuloso.
Cadê a tal moralidade da esquerda?
Aquela conversa de "somos diferentes", "somos os honestos", "defendemos o povo" vai ficando ridícula quando a realidade mostra ex-chefe de gabinete sendo citado em investigação de repasses e lobista atuando dentro da gestão.
O discurso não aguenta mais a prática.
Por que a PF só age agora?
A investigação existe, os repasses existem, os nomes são conhecidos.
Mas a sensação é de que tudo anda em marcha lenta quando envolve gente ligada à esquerda.
Se fosse alguém da direita, já teria coletiva, espetáculo, manchete diária e julgamento público nas redes.
Quem protege quem dentro do Planalto?
Quando um aliado cai, quase nunca cai sozinho.
Sempre tem mais gente sabendo, mais gente participando, mais gente se beneficiando.
A saída de Marcola da campanha parece muito mais um movimento para tentar blindar o topo da cadeia do que um gesto de "cuidado" com as pessoas.
Lula realmente não sabia de nada?
Essa frase já virou piada pronta no Brasil.
Toda vez que estoura um escândalo perto dele, a resposta é a mesma: não sabia, não viu, não percebeu.
Mas os nomes são sempre próximos, sempre estratégicos, sempre dentro do jogo do poder.
Vai sobrar algo da narrativa ética?
A cada caso, a imagem de "governo da ética" vai derretendo.
O eleitor olha para isso e se pergunta quanto ainda falta ser revelado.
E a saída silenciosa de um ex-chefe de gabinete em plena campanha só aumenta a desconfiança.
Se fosse alguém da direita, como seria?
A resposta é óbvia: massacre diário, pressão total, exigência de prisão imediata, manchetes acusatórias.
Mas como é gente ligada ao PT, o tom é sempre mais suave, cheio de eufemismos, como se fosse apenas um "ajuste" na equipe.
Até quando o Brasil vai engolir?
O país está cansado de ver os mesmos personagens, as mesmas desculpas, as mesmas manobras.
A PF investiga, o aliado cai, o discurso muda, e a vida segue como se nada tivesse acontecido.
Mas a paciência do brasileiro não é infinita.
No fim, o que fica é a imagem: ex-chefe de gabinete de Lula, integrante da campanha de reeleição, citado em investigação da PF por repasses de uma empresária apontada como lobista do Careca do INSS, decide sair para não arrastar ainda mais a campanha para o olho do furacão.
E a esquerda ainda quer posar de vítima e de exemplo de moralidade.
Até quando o Brasil vai fingir que não vê?