Fábio Porchat foi até Xangai fazer turismo e acabou esbarrando em algo que muita gente no Brasil parece ter esquecido: Dilma Rousseff hoje manda em um banco internacional bilionário, o Novo Banco de Desenvolvimento, o famoso banco do BRICS.
O humorista contou que recebeu um convite inesperado para conhecer a ex-presidente, que comanda a instituição na China e já foi até reeleita para mais cinco anos de mandato por lá.
Ou seja: enquanto aqui a esquerda finge que “virou a página” e trata Dilma quase como figurante da história, lá fora ela ocupa um dos cargos mais estratégicos do eixo Brasil-Rússia-Índia-China-África do Sul.
E quem revelou esse bastidor não foi político, não foi analista, foi um comediante em um podcast.
Porchat admitiu que nem sabia direito o que Dilma fazia em Xangai.
Ele mesmo perguntou: “Mas o que faz a Dilma em Xangai?
”.
Quantos brasileiros sabem disso hoje?
Quem realmente manda no banco BRICS?
O banco é comandado por Dilma Rousseff, indicada politicamente e já reeleita para novo mandato.
Por que Dilma está em Xangai hoje?
Porque o Novo Banco de Desenvolvimento, que ela preside, tem sede na cidade chinesa.
Qual é o poder desse cargo internacional?
A conversa que seria de 10 minutos virou 1 hora e 20. Dilma, segundo Porchat, foi “uma simpatia”, carinhosa, sorridente, curiosa.
A mesma Dilma que, no Planalto, aparecia dura, tensa, cercada de crises, agora surge confortável, recebendo visitas em um prédio chique, com direito a porta enorme, staff brasileiro e agenda com “o russo” logo depois do papo com o humorista.
Por que a esquerda quase não fala disso?
Porque expor o cargo reforça o peso político de Dilma, hoje visto como incômodo.
O que isso revela sobre a velha narrativa?
Mostra que quem foi vendido como “injustiçado” segue bem posicionado e influente.
Enquanto o brasileiro comum luta para pagar contas, descobre, por um relato descontraído, que a ex-presidente afastada em impeachment está muito bem, obrigada, em um posto internacional de prestígio, com mandato renovado.
E sem ter que encarar CPI, oposição, panelaço ou cobrança diária nas ruas.
Por que Dilma foi reconduzida ao comando?
Qual a relação disso com o governo atual?
Dilma é aliada histórica do PT e sua presença fortalece o eixo político do grupo.
A parte mais curiosa do relato de Porchat é outra: em 1h20 de conversa, segundo ele, não se falou de política.
Nada de Brasil, nada de crise, nada de passado recente.
Só China, funcionamento do banco, rotina em Xangai.
Como se tudo o que aconteceu aqui tivesse sido apagado.
Por que não falaram de política brasileira?
Porque o foco, segundo Porchat, foi a China e o funcionamento do banco do BRICS.
Isso muda algo sobre o impeachment?
Não muda os fatos do passado, mas mostra que Dilma seguiu em frente em alto nível.
A cena final é simbólica: Dilma olha o relógio e solta um “tenho que falar com o russo”.
Beijo, abraço, foto, tchau.
A ex-presidente que saiu do Planalto sob contestação hoje circula em outro patamar, longe do escrutínio diário do brasileiro, mas com acesso direto a potências globais.
Quem ganha com Dilma longe dos holofotes?
Ganha quem prefere que o debate sobre responsabilidade política e econômica fique enterrado.
Até quando o Brasil vai fingir que não vê essa contradição?
Enquanto o cidadão comum é cobrado por cada erro, a velha cúpula política segue bem acomodada em cargos internacionais, blindada, simpática, sorridente – e cada vez mais distante de qualquer prestação de contas real ao povo que pagou a conta aqui dentro.