Ratinho não aguentou mais ver Neymar sendo massacrado enquanto faz leilão para ajudar crianças pobres e resolveu falar tudo.
Em um trecho do Programa do Ratinho, que ele mesmo divulgou nas redes sociais, o apresentador saiu em defesa direta do jogador e apontou o que muita gente já percebeu: quando é alguém ligado à direita, a imprensa só enxerga polêmica e esquece qualquer ação positiva.
Segundo Ratinho, Neymar organiza um leilão inteiro para arrecadar dinheiro para crianças carentes, doa tudo para ajudar quem precisa, mas a “grande imprensa” simplesmente finge que não vê.
Em vez disso, o foco vira sempre as polêmicas, as críticas, os ataques pessoais.
E por quê?
Porque ele assumiu um lado político e declarou apoio a Jair Bolsonaro em 2022.
"Eu não pude ir ao leilão do Neymar, mas gostaria muito de ter ido.
A grande imprensa não fala do bem que ele faz, e isso me irrita", disparou Ratinho.
Ele lembrou que tudo o que Neymar arrecada no evento é destinado a ajudar pessoas pobres, mas esse lado quase nunca vira manchete.
Por que só mostram o lado ruim?
Porque, como o próprio Ratinho apontou, Neymar “escolheu um lado político e falou sobre esse lado”.
Desde que gravou vídeo apoiando Bolsonaro, o jogador virou alvo constante de ataques nas redes e na mídia.
Quando é artista ou jogador alinhado à esquerda, qualquer gesto mínimo vira “ato heroico”.
Quando é alguém que apoia a direita, a régua muda.
A imprensa persegue Neymar politicamente?
Sim, segundo a crítica de Ratinho.
Quem está defendendo Neymar publicamente?
Ratinho, em seu programa.
O que Neymar fez recentemente de positivo?
Realizou leilão beneficente infantil.
A mídia destacou o leilão do Neymar?
As críticas começaram após qual posicionamento político?
Após apoio público a Bolsonaro.
Ratinho também sofre ataques por política?
Ele disse se importa com as críticas?
Disse que não liga.
O dinheiro do leilão vai para onde?
Para ajudar crianças pobres.
A esquerda elogia ações de Neymar?
Não quando envolve apoio à direita.
Há tratamento diferente entre direita e esquerda?
Ratinho sugere que claramente sim.
Ratinho ainda fez um paralelo com a própria vida.
Disse que também escolheu um lado político, também apanha sem parar, mas que “é igual rádio velho: não liga”.
A diferença, segundo ele, é que em Neymar as críticas pegam mais, porque o jogador é alvo constante de uma patrulha ideológica que não aceita que um ídolo popular não repita o discurso progressista de sempre.
E aí entra a grande contradição que incomoda muita gente: quando um famoso faz qualquer ação social e é alinhado à esquerda, a mídia transforma em espetáculo, reportagem especial, documentário, campanha.
Quando é alguém que ousa apoiar Bolsonaro ou qualquer pauta conservadora, o mesmo gesto vira nota de rodapé – se virar.
Até quando a caridade vai ser medida pela ideologia?
Até quando o trabalho beneficente de um jogador brasileiro de projeção mundial será escondido porque ele não reza pela cartilha “certa”?
O recado de Ratinho ecoa o sentimento de boa parte do público conservador: não é sobre Neymar ser perfeito, é sobre a perseguição seletiva e o silêncio conveniente quando o bem é feito por quem a esquerda decidiu transformar em inimigo.
No fim, o que fica é a sensação de que Neymar pode ajudar milhares de crianças, fazer leilão, doar dinheiro, movimentar influenciadores para causas sociais… mas, para uma parte da imprensa e da militância, nada disso importa mais do que o fato de ele ter gravado um vídeo apoiando Bolsonaro.
E é exatamente essa distorção que Ratinho resolveu escancarar ao vivo.