O novo líder supremo do Irã, Mojtaba Khamenei, estaria em estado de saúde extremamente crítico e pode morrer a qualquer momento, segundo fontes ligadas ao próprio governo iraniano.
O homem que assumiu o lugar do pai, Ali Khamenei, após o ataque dos Estados Unidos ao complexo do líder máximo em 28 de fevereiro, simplesmente desapareceu da cena pública e não consegue nem receber ministros.
Enquanto a esquerda brasileira finge que o problema do mundo é "discurso de ódio" em rede social, um dos regimes mais perigosos do planeta pode estar sem comando claro, em plena escalada de tensão internacional.
E, como sempre, quase ninguém na grande mídia progressista quer discutir o que isso significa para segurança, terrorismo e alianças com ditaduras amigas.
Por que o líder iraniano sumiu agora?
As fontes dizem que Mojtaba não se reúne com o gabinete desde o ataque americano que teria matado Ali Khamenei.
Desde então, só aparecem cartas atribuídas a ele, divulgadas por agências estatais, sem qualquer aparição pública ou pronunciamento em vídeo.
Quem realmente manda hoje no Irã?
Na prática, ninguém sabe.
O presidente Masoud Pezeshkian já admitiu que a comunicação com o líder supremo está "muito difícil", o que reforça a ideia de um vácuo de poder nos bastidores do regime.
Isso aumenta o risco de conflitos regionais?
Sim.
Um regime teocrático armado, com milícias espalhadas pelo Oriente Médio, sem liderança clara e com disputa interna por poder, é receita pronta para decisões impulsivas e ações violentas.
A esquerda brasileira ignora esse perigo?
Em grande parte, sim.
O foco segue em narrativas ideológicas, defesa de ditaduras "amigas" e ataques à direita ocidental, enquanto regimes como o iraniano são tratados com uma complacência que não existe quando o alvo é qualquer governo conservador.
Por que o Irã esconde o estado de saúde?
Porque regimes autoritários vivem de controle total da narrativa.
Admitir fraqueza no topo significa abrir espaço para disputa interna, revolta popular e pressão externa.
Por isso o silêncio, as cartas sem rosto e a censura.
O que acontece se Mojtaba morrer agora?
Isso pode afetar o preço do petróleo?
Qualquer instabilidade séria no Irã mexe com o mercado de energia, o que atinge diretamente economias do mundo inteiro, inclusive o Brasil, que já sofre com combustível caro e carga tributária pesada.
Por que o Ocidente observa tudo em silêncio?
Porque, oficialmente, ninguém quer admitir que não sabe exatamente quem está mandando em Teerã.
Ao mesmo tempo, serviços de inteligência monitoram cada movimento, tentando entender quem pode assumir o comando real do regime.
O Brasil corre algum risco direto imediato?
Não em termos militares, mas sim em termos econômicos, diplomáticos e de alinhamento internacional.
Um Irã ainda mais instável fortalece o eixo de regimes autoritários que a esquerda costuma tratar com simpatia.
Por que a grande imprensa fala tão pouco disso?
Porque é mais confortável atacar governos conservadores do que expor, com a mesma dureza, a realidade brutal de teocracias e ditaduras que muitas vezes são relativizadas por setores da esquerda.
Enquanto isso, o Irã vive um momento decisivo: o pai teria sido morto em ataque americano, o filho que assumiu o posto estaria à beira da morte, e o povo iraniano continua preso a um regime fechado, sem transparência e sem liberdade.
O mundo observa, o risco cresce, e a pergunta que fica é simples: até quando vamos fingir que esse tipo de ditadura é apenas um "ator geopolítico" como qualquer outro?