Flávio Bolsonaro cravou ao vivo o que a esquerda mais teme: Sanderson e Marcel van Hattem serão a dupla conservadora para o Senado no Rio Grande do Sul em 2026, com missão dada diretamente por Jair Bolsonaro.
Dois nomes alinhados com a direita, com histórico de enfrentamento ao PT, à velha política e aos abusos do STF, entrando juntos na disputa por duas vagas estratégicas.
Por que isso assusta tanto a esquerda?
Uma bancada mais conservadora pode mudar esse jogo.
Quem escolheu Sanderson para a missão?
O próprio Jair Bolsonaro, segundo confirmou o senador Rogério Marinho, reforçando que não é candidatura de vaidade, mas de projeto nacional.
Qual o recado para o PT gaúcho?
A direita está organizada, com nomes conhecidos, e não com “candidatos de ocasião” só para cumprir tabela.
O que muda para o Senado?
Com Sanderson e Marcel eleitos, cresce a chance de barrar pautas ideológicas, enfrentar ativismo judicial e proteger pautas de liberdade, agronegócio e segurança.
A esquerda vai aceitar calada?
Dificilmente.
A tendência é vir narrativa de “radicalização”, “ameaça à democracia” e todo o velho discurso usado sempre que a direita se organiza.
Enquanto a esquerda fala em censura, controle de redes e blindagem de aliados, o grupo de Bolsonaro monta palanques regionais fortes para 2026. O recado é claro: o Rio Grande do Sul pode virar símbolo da reação conservadora no Senado.
E aí fica a pergunta que muita gente já está fazendo: se a direita se unir assim em outros estados, quanto tempo dura o conforto da esquerda em Brasília?