Quem acompanha a escalada autoritária do governo Lula já percebeu o roteiro: um caso grave, muita comoção seletiva, discurso pronto contra plataformas digitais e, logo em seguida, o Estado avançando mais um passo sobre a liberdade na internet.
Sempre em nome de “proteger” alguém, mas curiosamente nunca para proteger o cidadão comum da violência, da corrupção ou da impunidade.
Por que sempre atacam redes específicas?
Em vez de fortalecer família, escola, polícia e punição exemplar, a esquerda prefere apertar o cerco sobre aplicativos, gamers e comunidades online.
Por que só agora o governo reage?
Porque o caso ganhou repercussão e virou oportunidade política.
A mesma turma que ignora o avanço do crime organizado e o tráfico nas fronteiras corre para posar de salvadora quando o assunto é controlar plataformas digitais.
Por que a esquerda ama regular tudo?
Porque controle de informação sempre foi sonho antigo.
Primeiro foi a imprensa, depois as redes sociais, agora aplicativos de voz e vídeo.
A narrativa é sempre a mesma: “regulação do bem”, “proteção de crianças”, “combate ao ódio”.
No fim, quem discorda do governo é que acaba na mira.
O que realmente aconteceu agora?
Depois do surto público de Janja, pedindo que o Discord fosse simplesmente tirado do ar no Brasil, a AGU entrou em cena, pediu dados ao Ministério da Justiça e passou a estudar medidas judiciais contra a plataforma.
Diante da pressão, o próprio Discord correu para solicitar reunião com a AGU e tentar um acordo, possivelmente um Termo de Ajustamento de Conduta, para provar que segue a lei brasileira antes que venha uma decisão de suspensão.
Quem paga o preço desse avanço?
Quem usa a internet para trabalhar, estudar, jogar e se comunicar.
Enquanto a Polícia Civil faz seu trabalho, prende suspeitos e investiga os verdadeiros responsáveis, o governo aproveita o episódio para testar até onde consegue ir no controle das plataformas.
Até quando o Brasil vai aceitar que tragédias reais sejam usadas como pretexto para mais censura e menos liberdade?