Há anos a vida pessoal de Neymar é usada como espetáculo por imprensa, militância lacradora e fofoqueiro de plantão.
Todo passo, toda relação, toda polêmica vira manchete, enquanto os mesmos “defensores da família” da esquerda fecham os olhos para a destruição de valores dentro da política, nas escolas e nas leis.
Quando é artista engajado de esquerda, o sistema passa pano.
Quando é alguém que não se curva ao politicamente correto, o tratamento muda na hora.
Agora, mais uma novela judicial entra em cena: uma modelo húngara afirma que Neymar é pai de uma menina de 11 anos, Jázmin Zoé.
DNA coletado, Justiça do Brasil e da Hungria envolvidas, processo arrastado e uma pergunta no ar: até onde isso vai e quem ganha com essa exposição sem fim?
Por que o processo demora tanto?
Neymar corre risco de prisão?
Não.
O caso é de reconhecimento de paternidade, com foco em direitos da criança, pensão e registro, não em prisão do jogador.
O que a Justiça pode presumir agora?
Se houver resistência injustificada, o juiz pode aplicar a Súmula 301 do STJ e presumir a paternidade com base na postura do suposto pai.
Quais direitos a menina teria?
Se o DNA confirmar, ela terá os mesmos direitos dos outros filhos: pensão, herança, nome, convivência e benefícios como dependente.
Por que a mídia explora tanto isso?
A advogada deixa claro: adiar não protege, só piora.
Se a paternidade for confirmada, a Justiça vai garantir tudo o que a lei prevê para a criança, inclusive valores retroativos.
No fim, o que poderia ser tratado com discrição vira show público, manchete sensacionalista e combustível para quem adora destruir reputações, mas nunca cobra com a mesma força os poderosos da política que realmente detonam o futuro do Brasil.