Quem acompanha a política externa brasileira nos últimos anos já percebeu uma coisa: quando a esquerda está no comando, a prioridade nunca é proteger o Brasil, e sim proteger o próprio discurso.
Em vez de construir pontes sólidas com quem decide tarifas, acordos e investimentos, o governo prefere palco, microfone e ataque pessoal.
Agora, em plena crise diplomática com os Estados Unidos, o presidente Lula volta a usar o velho roteiro.
Em agenda no Inpe, em São José dos Campos, ele decidiu transformar um problema sério de tarifas e suspensão de visto em mais um show de ofensas, rótulos e vitimização.
Por que atacar justamente agora?
Porque o governo está pressionado por tarifas altas e desgaste internacional, e precisa de um vilão externo para culpar.
Quem paga essa postura agressiva?
Quem paga é o produtor brasileiro, o exportador, o emprego aqui dentro, que dependem de relações maduras com os EUA.
Lula chamou o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, de latino-americano frustrado, bolsonarista que odeia o Brasil e ainda usou a origem cubana dele como munição política.
Ou seja, em vez de apresentar soluções, o presidente parte para o ataque pessoal, como se isso resolvesse tarifaço ou suspensão de visto da embaixadora brasileira em Washington.
Isso ajuda o Brasil lá fora?
Esse tipo de fala só aumenta a tensão e passa a imagem de um governo instável e pouco profissional.
Onde fica a tal diplomacia respeitosa?
Na prática, o que se vê é confronto, ironia e improviso em temas que exigem seriedade.
Por que a esquerda pode tudo?
Porque conta com blindagem de parte da mídia e silêncio de quem gritaria se fosse um governo de direita.
Enquanto isso, a relação com os EUA se deteriora, tarifas sobem, visto de embaixadora é suspenso e o governo prefere culpar um suposto bolsonarista em Washington do que assumir sua incapacidade de negociar com firmeza e respeito.
Quem está realmente odiando o Brasil?
Quem transforma cada crise em palanque ideológico e deixa o país mais fraco nas mesas de negociação internacionais.