De novo, o mesmo roteiro que o brasileiro já conhece: enquanto o país afunda em violência, desemprego e impostos, o governo prefere palco ideológico, piadinha pronta e lacração para plateia internacional.
A esquerda finge que está preocupada com o povo, mas corre para o microfone sempre que aparece uma chance de posar de salvadora do planeta.
Quem acompanha a política sabe que, há anos, o PT usa a pauta ambiental como escudo perfeito.
Quando é para falar de corrupção, inflação ou insegurança, o discurso some.
Mas quando surge oportunidade de atacar um aliado da direita mundial, aí o entusiasmo aparece na hora.
Por que Lula provoca Trump agora?
Ao invés de tratar o tema com seriedade, transforma dado técnico em munição política contra um ex-presidente americano que é referência para muitos conservadores.
Qual o alvo real de Lula?
Por que atacar Trump em evento técnico?
Para gerar manchete, agradar militância e reforçar a imagem de herói climático perante a imprensa internacional.
Isso ajuda em algo o brasileiro?
Não.
O cidadão continua pagando caro, vendo serviços públicos em queda e assistindo o governo usar clima como cortina de fumaça.
Por que citar “bolsonarista” em crítica externa?
Para manter viva a demonização da direita e justificar qualquer pressão internacional alinhada à agenda progressista.
No fim, o fato é simples e revelador: em pleno evento do INPE, ao comentar a queda do desmatamento, Lula preferiu ironizar Donald Trump, dizer que “vai mandar foto” dos gráficos para o ex-presidente dos EUA e ainda atacar o senador Marco Rubio chamando-o de “bolsonarista” que “não gosta do Brasil”.
A pauta ambiental virou arma política, usada para cutucar conservadores lá fora e aqui dentro, enquanto a esquerda posa de moralista e tenta reescrever quem realmente defende os interesses do Brasil no cenário internacional.