ATÉ QUANDO?
Um ex-presidente que levou facada em plena campanha, que governou em meio a pandemia, sabotado dia após dia pela velha política e pela militância de esquerda, hoje vive cercado por laudos, relatórios e exigências semanais.
Não é debate eleitoral, não é disputa de narrativa.
É a saúde de Jair Bolsonaro sendo monitorada como se fosse um troféu político.
Enquanto corruptos históricos da esquerda desfilam livres, dão palestra, ganham documentário e são tratados como estadistas, Bolsonaro precisa justificar até a pressão arterial para o mesmo sistema que sempre tentou calá-lo.
Quem ainda acredita que isso é normal?
Por que tanto controle médico semanal?
Porque faz parte das exigências da execução penal que o mantém em prisão domiciliar, mesmo com quadro estável e acompanhamento constante.
Onde está a tal humanidade agora?
Ela aparece apenas no papel, já que a chamada prisão domiciliar humanitária vem acompanhada de um cerco burocrático e psicológico que não se vê com figuras da esquerda.
Por que só ele é vigiado assim?
Isso é cuidado ou perseguição política?
Na prática, parece muito mais um mecanismo de pressão permanente do que simples zelo médico, ainda mais diante da seletividade que o Brasil inteiro enxerga.
Quem responde se algo pior acontecer?
Ninguém da esquerda, ninguém do STF, ninguém dos que aplaudiram a condenação recorde por "suposta tentativa de golpe" enquanto fecham os olhos para abusos reais de poder.
O fato é que o boletim médico fala em estabilidade, mas também em aumento de pressão, efeitos colaterais de remédios, risco de queda, crises de soluço e recuperação lenta.
Tudo isso sob o peso de uma condenação de 27 anos e 3 meses que muita gente vê como política.
O brasileiro conservador olha para essa situação e se pergunta, com indignação: se fazem isso com um ex-presidente, o que não podem fazer com qualquer cidadão comum?